fokn bois

A dupla ganense Fokn Bois anuncia novo álbum, « Afrobeat LOL »para inicio de 2019 e já revela novo single, « Wo Nim Mi », literalmente: “Agora vocês pretendem me conhecer porque eu consegui, se refere ao sucesso do grupo e as pessoas que poderiam ter ajudado, mas não ajudaram.

Composto por M3NSA e Wanlov the Kubolor, Fokn Bois é um dos grupos mais originais do palco africano.

Um grupo que Conexão África teve a alegria de entrevistar alguns anos atrás, aproveitando sua presença no Rio de Janeiro para mostrar suas duas comedias musicais, Coz ov Moni 1 e 2, as primeiras comedias musicais em pidgin… Aqui vai a entrevista em duas partes, filmada pelo próprio Wanlov:

Pierre Akendengue: A cor da África

Publicado: 6 de dezembro de 2018 por stephanie100africa em # África, Gabão
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O veterano da musica gabonesa Pierre Akendengue esta de volta com seu vigésimo primeiro álbum, “La couleur de l´Afrique” (A cor da Africa), lançado pela editora Lusafrica.44 anos depois do seu primeiro álbum, Nandipo, Pierre Akendengue lança um álbum de 4 faixas, verdadeira declaração de amor ao continente africano.Nascido em 1943 em Awuta, no Gabão, o cantor, musico e poeta canta o amor do seu continente e o pan-africanismo. Nesse disco, o poeta conjuga lirismo e politica, com sua doce voz e suas melodias melosas que parecem colocar como um bálsamo nos corações feridos pelas guerras e pelas exações. Cantando em francês e em Myéné, sua língua natal, Akendengué convida ao pan-africanismo e a uma viagem transversal pelo continente. A faixa “Lettre à Laurent Gbagbo” adota um tom militante e reivindicativo, enquanto a canção “Deux-Mocrates” retoma o famoso “J´Accuse” do escritor francês Emile Zola.Musico, poeta, militante, Pierre Akendengue confirma com esse álbum seus talentos de observador atento do seu continente. E revela as cores da África.

 

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A rainha do Afro Groove Manou Gallo apresenta seu novo álbum, Afro Groove Queen, produzido por Bootsy Collins com participações especiais de Bootsy Collins . Chuck D, Zap Mama & Manu Dibango entre outros.

Cantora, baixista e percussionista, Manou Gallo nasceu e cresceu em Divo, na Costa do Marfim. Em 1980, com apenas 8 anos, ela pede pra aprender a tocar tambor, um instrumento geralmente reservado aos homens.

Sua carreira começa verdadeiramente quando ela tem 12 anos, quando ela integra a banda teatral infantil Woya e sobe no palco pela primeira vez. Até 1989, a tropa faz turnês no Burkina Faso, Benim, Togo, Mali, e grava 4 álbuns.

Em 1990, com o fim de Woya, Manou se instala em Abidjan, onde se apaixona pelo baixo. Là, a jovem artista integrará a aldeia artística Ki-Wi_Mbock, alto lugar de formação multi-artistica.

Em 1997, Manou integra o grupo belgo-congolês feminino Zap Mama. Na Europa, ela também participará da aventura dos Tambours de Brazza.

Em 2001, Manou Gallo cria seu próprio grupo, Djiboi, e lança seu primeiro álbum, Dida, em 2005, seguido de Manou Gallo em 2007 e Lowlin em 2010.

8 anos depois de Lowlin, Manou Gallo esta de volta com seu quarto álbum, Afro Groove Queen, realizado com a cumplicidade do lendário artista e produtor americano Bootsy Collins, ex- baixista do James Brown.

Um álbum com 13 faixas musicais gravadas no estúdio de Bootsy  em Sacramento, verdadeiro encontro do groove africano e do funk americano.

Além da presença forte de Bootsy Collins, o álbum conta com vários convidados, como Manu Dibango, ou ainda Chuck D (public Enemy), entre outros. Respeitosa das suas raízes e dos pioneiros da musica marfinense contemporânea, Manou faz também uma linda homenagem a Ernesto Djédjé, o criador do ziglibithy, ritmo que antecipou o Zouglou e o Coupé Décalé.

 

 

 

 

 

A editora Lusafrica comemora seus 30 anos com lançamento de álbum aniversario.

Todo começou num pequeno restaurante de Lisboa, quando o franco cabo-verdiano, funcionário da companhia ferroviária francesa, escuta pela primeira vez a voz de Cesaria Evora. Comovido, ele vai investir todo seu dinheiro para investir na cantora. O ano seguinte, em 1988, José da Silva cria, meio que por acaso, a editora Lusafrica pra produzir Cesaria Evora.

Cesaria se tornará a mítica Diva dos pés descalços, imenso sucesso internacional, impulsionando assim a Lusafrica que vai se abrir a outros artistas.

Alem da Cesaria Evora, Lusafrica abriu suas portas aos artistas cabo-verdianos Luis Morais, Manu Lima, Lura, Nancy Viera, Lucibela, Elida Almeida,  Tito Paris, Jenifer Solidade, e depois tambem aos gaboneses Oliver N’Goma e Pierre Akendengue, aos malienses Sekouba Bambino e Boubacar Traore, a cantora guineense Sia Tolno, ao congolês Alain Mabanckou, ao angolano Bonga e aos cubanos do Orquesta Aragon e Polo Montañez, entre muitos outros sucessos.

30 anos de sucesso que Lusafrica – agora liderada pela filha do José dos Santos, Elodie – comemora com um disco aniversario, que conta com 5 faixas de artistas que fizeram a historia da editora, Cesaria Evora, Tito Paris, Boubacar Traoré, Polo Montañez e Bonga, em versão original e em remix realizados por talentos da jovem geração: eletrônica como Bruxas, Mo Laudi, Djeff, Batida, FNX Omar et Cee ElAssaad.

 

 

Fally Ipupa 100% Rumba

Publicado: 12 de novembro de 2018 por stephanie100africa em # África, Congo kinshasa
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Fally Ipupa esta de volta com um novo triplo álbum, Control, 100% Rumba!

Depois do sucesso de Tokooos, aberto sobre o mundo, a mega estrela congolesa volta as suas raízes com esse novo álbum, 100% rumba, um evento esperado pelos fãs!

O príncipe da rumba congolesa, imensa estrela no seu pais e em boa parte do continente africano, esta cada vez mais presente nos palcos internacionais.

Com esse novo álbum, Control, Fally nos oferece 31 faixas , repartidas em 3 discos, de pura rumba congolesa! Vamos dançar!!!

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A diva malinesa Fatoumata Diawara lança um novo clipe extraído do seu secundo álbum Fenfo (Tenho alguma coisa para dizer) lançado em maio passado.

O clipe ilustra a musica Bonya (Respeito) onde ela expressa que o valor mais importante que devemos defender é o respeito.

Atriz e cantora, Fatoumata Diawara canta em Bambara e incarna o combate pela emancipação das mulheres, contra a escravidão e por um continente africano carregado de esperança.

Em março desse ano, Fatoumata ja tinha anunciado o lançamento do álbum Fenfo com a divulgação do sublime clipe Nterini (Meu amor, meu confidente), que fala sobre a dor da separação ressentida pelos migrantes.

 

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Dia 18 de outubro, o artista brasileiro Elias Rosa e sua banda apresentaram seu espetáculo “Vida de Vassoureiro” no Teatro Municipal de Niteroi.

Com diversas influencias, o artista voador que já viajou por países da África, da Europa e pelo Brasil, nos encantará com essa performance musical, cantada e contada pelo Vassoureiro, personagem típica das ruas brasileiras.

O repertório do espetáculo  mistura composições autorais e cantigas tradicionais e está cheio de novos arranjos que combinam ritmos como jongo, ciranda, samba de roda, afrobeat e jazz.

A noite promete grande variedade de simpatias, limpezas e mandingas sonoras pra celebrar a música e a arte popular brasileiras!

Multi artista da cidade de Niteroi, artista de rua e militante das artes de rua, Elias esta também preparando seu primeiro álbum, cujo ele apresentou algumas musicas na ocasião do show do artista guineense Ramiro Naka no Rio de Janeiro em março desse ano.

Reservem ja seus ingressos pro dia 18 de outubro! O espetaculo será as 19h00 no Teatro Municipal de Niteroi!