Arat Kilo+Mamani kilo+Mike Ladd = GROOVE!

Publicado: 20 de junho de 2018 por stephanie100africa em # África, Etiopia, Mali
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O grupo parisiense de Etio jazz Arat Kilo lança novo álbum, Visions of Selam, onde ele cruza com a diva malinesa Mamani Kilo e o spoken word do americano Mike Ladd.

 

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O coletivo Bénin International Musical – o BIM – nos leva numa imersão total na extraordinária efervescência criativa do Benim, antigo Dahomey.

Associando ritmos vodus, cantos tradicionais com musicas elétricas pimentadas e grooves modernos, o coletivo de artistas beninenses nos leva numa viagem as fontes beninesas de todas as musicas modernas.

Nascido 5 anos atrás sob a impulsão do produtor francês Jérome Ettinger, o nascimento do BIM é fruta de um casting gigantesca realizado com a ajuda dos beninenses Aristide Agondanou e Sergent Marcus em todo o território desse país onde a musica é omnipresente, fosse nos lugares de cultos vodus, nas igrejas evangélicas, nas discotecas, etc… O resultado é uma mistura original, sincrética.

Um disco é para ser lançado em breve….

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Hoje é o Dia Mundial da África, em comemoração do congresso fundador da Organização da União africana, ancestral da atual União Africana. O ato criando a organização panafricana aconteceu no dia 25 de maio de 1963 em Addis-Abeba, na Etiópia, e contou como padrinho o Négus Haïlé Sélassié. O objetivo na época era de reunir os 32 estados que tinham conquistado sua independência e de ajudar os povos que ainda não tinham se libertado da opressão colonial.

A ideia de criar uma organização pan-africana é anterior, já em 1958, enquanto a maioria dos países africanos estavam sob dominação europeia, o primeiro presidente do Gana, Kwame Nkrumah, reuniu o primeiro congresso dos Estados africanos independentes em Accra (Gana). Na ocasião, os participantes pediram a  criação de um Dia da liberdade africana para “marcar tudo ano os progressos ocorrendo no movimento de libertação e simbolizar a determinação dos povos da África a se libertar da dominação estrangeira e da exploração”.

O dia 25 de maio, Dia da África, tem como objetivo simbólico de “reforçar a Unidade e a solidariedade dos Estados africanos”.

Vários eventos são organizados pelo mundo, inclusivo em todo o Brasil. Ja falamos de algumas programações acontecendo essa semana.

No Rio de Janeiro, o Teatro Municipal recebe na ocasião o artista cabo-verdiano Mario Lucio e seus convidados para um Back2Black in concert especial Dia da Africa. O show começa as 21 horas.

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Aproveitando a semana de comemoração em volta do dia 25 de maio, Dia da África, a pesquisadora angolana Fátima Moniz lança hoje seu primeiro livro, “Libertação e Independência de Angola -Participação da Tanzânia na Independência de Angola “, fruta de uma densa pesquisa realizada entre Portugal, Tanzânia e Angola.

O lançamento acontece hoje, dia 24 de maio, as 16h00, na livraria FGV, praia de Botafogo, 190

“Libertação e Independência de Angola -Participação da Tanzânia na Independência de Angola “, Fátima Moniz, 40,00 reais.

Começa hoje: Semana da Africa no espaço SAVANA RIO

Publicado: 23 de maio de 2018 por stephanie100africa em # África
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O espaço Savana Rio e a Africa Arte apresentam a Semana da Africa, A África muito além da Imaginação.

O evento começa hoje, dia 23 de maio, e vai até o dia 26.

O evento contará com palestras, oficinas de turbantes, desfile de moda africana e culinária senegalesa

Professores, consultores e especialistas africanos que optaram por viver no Brasil  mostrarão ao público da África Arte e aos frequentadores do Espaço Savana Rio a África muito além da imaginação.
Entre os participantes terá:
Sokhna Kene Ndiaye: Empresária, co criadora da África Arte e Espaço Savana Rio
Aly Ndiaye, Engenheiro agrônomo, especialista em produção orgânica;
Abdoul Aziz Diene; Engenheiro Civil
Mariama Bã: Atriz e ativista
Sokhna Ndiaye: Economista
Prof. Alain Kally, UFRRJ
Prof. Alfa Oumar Diallo, UFGD
Prof. Papa Matar Ndiaye, COPPE/UFRJ
Prof. Oumar Diene, COPPE/UFRJ
Prof.Ababacar Cissé Ba, UFG
Prof. Mamour Sop Ndiaye, CEFET-RJ

IMPERDÍVEL!

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A dupla de rap ganeense Fokn Bois lança novo clipe: Slow Down.

Wanlov the Kubolor e M3NSA foram até Pretoria para gravar as imagens do seu novo clipe, Slow Down, uma musica do seu ultimo álbum, Fokn Ode to Gana, lançado em 2016. A musica fala de não cair na pressão da corrida com o resto do mundo. Aproveitar a vida e as coisas no seu próprio tempo. Não ir devagar ou rápido, mas simplesmente chegar e aproveitar a viagem:

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Nascida em 1983 em Londres de um pai gambiano e mãe inglesa, Sona Jobarteh é originaria de uma das principais linhagens de griôs da Africa ocidental. Neta do Mestre Amadu Bansang Jobarteh, que migrou do Mali para a Gambia, ela é também a prima do virtuose malinês da kora Toumani Diabaté.

Defensora da tradição mandinga, Sona é também a primeira mulher a ir contra a tradição da arte da kora só ser transmitida de pai em filho.

É com apenas 3 anos que a artista começa a aprender tocar seu instrumento de predileção, essa harpa de 21 cordas reservada aos griôs, a kora, primeiro com seu irmão, Tunde Jegede, e depois com seu pai, Sanjally Jobarteh.

Multi-instrumentista, ela estuda no Royal College of Music onde toca violoncelo, piano e cravo. Em seguida, ela vai estudar na Purcell School of Music onde aprende a compor.  Ela participa também de varias formações orquestrais.

No palco, ela colabora com vários artistas, como a diva malinesa Oumou Sangaré, seu primo Toumani Diabaté, Kassé Mady Diabaté ou ainda o orquestra sinfônico da BBC. Como compositora, ela colabora a dois álbuns do seu irmão, Tunde Jegede.

Diplomada da School of Oriental and African Studies, Sona divide seu tempo entre artista e professora de kora. Defensora da tradição musical mandinga, ela também uma escola de musica na Gambia com seu pai.

Em 2008, sai seu primeiro álbum, Afro-Acoustic Soul e em 2009, ela se lança também na composição de musicas pro cinema. Sua carreira internacional esta lançada!

Virtuosa da kora que ela leva nos maiores festivais do mundo, Sona Jobarteh toca também violão e encanta com sua voz forte e suave.

Embaixadora de uma cultura milenária, Sona enfeitiça o publico com suas composições na mais pura tradição dos griôs da África ocidental, honrando a herança da sua família. Uma tradição reivindicada e revitalizada para a cantora que homenageou seus ancestrais no álbum Fassiya (literalmente tradição em língua mandiga). No seu mais recente álbum, Gambia, a Griô celebra Jubileu de Ouro da independência da Gâmbia em 2015.

Ela estará no Back2Black in concert no Teatro Municipal do Rio de janeiro no dia 25 de maio, dia da Africa, assim com o cabo-verdiano Mario Lucio, Gilberto Gil, Mart’nália, Mariene de Castro, a Orkestra Rumpilezz e a Orquestra Maré do Amanhã. Imperdivel!