Amadou Hampaté Ba, o incansável defensor da cultura oral

Publicado: 26 de agosto de 2014 por stephanie100africa em Mali
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Hoje, compartilho no blog esse documento de arquivo maravilhoso, uma entrevista do intelectual maliens do século XX, grande defensor das culturas orais africanas. Uma verdadeira perola, uma aula de historia, de tradição oral e de civilização, e com humor sempre! Como diz Amadou Hampaté Ba no final da entrevista: “Toujours trop sérieux n´est pas très sérieux” (Sempre serio demais não é muito serio):

Conhecido por sua famosa frase, “Quando um velho morre, é uma biblioteca que queima”, Hampaté Ba dedicou sua vida ao resgate da cultura oral e a seu reconhecimento como fonte de historia, de conhecimento e parte integrante do patrimônio cultural da humanidade. Hampaté Ba, que nasceu em Bandiagara em 1901, foi, para a África negra, o guardião da memória, da tradição, que ele foi incansável em passar pro escrito, e um grande defensor dessa civilização.

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