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Les Tambours de Brazza - Kongo

Reunidos em volta do baterista Emile Biayenda, os Tambours de Brazza estão de volta com um novo álbum, Kongo, um novo espetáculo, Kikulu, e, claro, seus ngomas, esses tambores tradicionais bantos.

Do nome do antigo império Kongo, o novo álbum dos Tambours de Brazza, mais rock que os precedentes, com mais cantos e sons de guitarra pra acompanhar as percussões.

Para citar Francis Lassus: “Os Tambours de Brazza são os filhos do rio, eles tocam o fluxo da sua correnteza perpetua. Eles são também os filhos do sol, da sua brasa que esquenta Brazza”. E essa visão que temos quando se escuta Kongo.

Para conseguir esse novo som Afrorock, Emile convidou jovens artistas de , que vieram com uma outra energia, outras pulsações.

Se renovando sempre, o grupo da Republica do Congo nos surpreende com o novo album e o novo espetáculo, onde o canto esta muito presente, respondendo as percussões e aos instrumentos modernos que fizeram o sucesso do grupo desde sua fundação em 1991.

Les tambours

Segundo episodio do nosso Conexão Africa especial Les Tambours de Brazza na Radio Viva Rio, http://www.radiovivario.com, com Emile Biayenda:

Locução: Stéphanie Malherbe

Produção: Stéphanie Malherbe (Conexão Africa) e Bira Tomé (Radio Viva Rio)

Emile Biayenda

Conexão África homenageia  a famosa orquestra Congoles Les Tambours de Brazza, um grupo original que mistura os tambores tradicionais com a bateria de jazz do seu fundador Emile Biayenda com melodias, cantos e dança. Formado por integrantes vindos de varias regiões da Republica do Congo, o grupo nascido em 1991 se caracteriza por sua grande originalidade e total liberdade. O programa conta com a participação virtual do próprio Emile Biaydenda. E quarta dia 11 de outubro tem mais uma gravação ao vivo na http://www.radiovivario.com para a segunda parte desse especial Les Tambours de Brazza.

Apresentação: Stéphanie Malherbe

Produção: Stéphanie Malherbe e Bira Tomé

ZAO, o mago das letras

Publicado: 15 de janeiro de 2015 por stephanie100africa em Congo Brazzaville
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ZAO
O congoles Casimir Zoba, ZAO, esta de volta com um novo album, Nouveau Combattant, continuando a criticar os conflitos, as políticas e os defeitos da sociedade congolesa.
Iniciado a musica na infância nos corais cristãos e nos grupos tradicionais, ele integrara o grupo Les Anges, um dos grupos mais famosos do Congo Brazza na época e inicia, em 1978, sua formação de professor. No inicio dos anos 80, ZOA se lança numa carreira solo, com um estilo humorístico, falando sobre assuntos sensíveis, tabus, como a morte, a feitiçaria ou o antimilitarismo e anticolonialismo com seu famoso titulo Ancien Combattant, lançado em 1984, imenso sucesso no Congo e no resto da África.
Em 1998, o Congo Brazza atravessa uma guerra civil e Zao deixa Brazzaville, aonde ele é perseguido, para se refugiar na floresta aonde vai sobreviver com sua família em condições muito difíceis. Seu filho de 4 anos morre. De volta a capital, sua casa e sua produtora foram saqueadas…
Depois de vários álbuns, Zao volta com o disco Nouveau Combattant (novo combatente), referencia a seu grande sucesso Ancien Combattant (antigo combatente), tema que continua tão atual… Ocasião para nós de reescutar alguns dos seus grandes sucessos, Ancien Combattant, Soulard, Moustique ou Corbillard.
Entre rumba e musicas engajadas, Zao é um verdadeiro mágico das palavras!



Fredy Massamba

Publicado: 11 de outubro de 2011 por stephanie100africa em Congo Brazzaville

Originário do Congo Brazzaville, Fredy Massamba se apaixonou muito cedo pela musica e pela dança. O menino que começou atuando nas ruas e em coros se tornou rapidamente um verdadeiro artista de palco. Exilado na Belgica em 1998, por causa da guerra, o seu palco agora é o planeta. Membro fundador dos famosos “Tambours de Brazza”, ele viajou pelo mundo inteiro, ocasião de vários encontros e muitas colaborações com artistas como Zap Mama, Didier Awadi, Manou Gallo, etc…. Em 2005, Fredy Massamba começa a pensar numa nova aventura: uma carreira solo. O álbum Ethnophony, lançado em 2009, é uma mistura sútil de soul, hip-hop, funk e polifonias africanas. Os textos são exclusivamente cantados em línguas Kikongo e Lingala.

Freddy canta o amor, a tolerância, mas também a esperança do seu continente: o tempo da reconciliação nacional no Congo, mas também, o desperto das consciências e da união. “África é o futuro” diz Freddy Massamba. Um futuro que suas musicas participam a construir.