Arquivo da categoria ‘Congo kinshasa’

Image result for Céline Banza

A cantora e atriz congolesa Céline Banza (Republica Democratica do Congo) representará seu pais na edição 2019 do premio Découvertes RFI.

Com 22 anos, ela já participou de vários concursos e festivais em Kinshasa e Brazzaville, como o Voice AFrica Francophne, Jazz Kif ou ainda Africa Music Forum.

Estaremos torcendo para ela!

 

A imagem pode conter: 4 pessoas, incluindo Stéphanie Malherbe, pessoas sorrindo, pessoas em pé

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas dançando e sapatos

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e multidão

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, multidão e atividades ao ar livre

A imagem pode conter: 5 pessoas, incluindo Stéphanie Malherbe, pessoas sorrindo, pessoas em pé

A imagem pode conter: 7 pessoas, incluindo Johnny Alves e Stéphanie Malherbe, pessoas sorrindo, pessoas em péA primeira feira internacional na Biblioteca Parque da Rocinha foi um grande sucesso, com recorde de publico e muitos países representados: Republica Democrática do Congo, com quem comemoramos juntos sua Independência, que ocorreu no dia 30 de junho de 1960. Mas também Gambia, Senegal, Haíti, Columbia, Peru, Argentina, Venezuela e China!

Isso não seria possessível sem a SABALY, que, alem do desfile, participou da organização da feira,  a Mawon que foi super parceira e a UFRJ que também participou.

A feira comportava barracas de comidas tipicas, roupas, joias e varias peças de artesanato e recebeu varias performances culturais: Tapetes contadores de Historias, Sussurra Poética, Peça de Teatro Uma Odisseia, pra entender melhor as dificuldades vividas pelos migrantes na sua chegada no Brasil, Desfile de moda da marca Sabaly, Performance de dança com fogo do artista congolês Foguinho Arobaze Paulo e no final, apresentação do bloco de refugiados Terremoto Clandestino. Foi bom demais!!!!

Fally Ipupa 100% Rumba

Publicado: 12 de novembro de 2018 por stephanie100africa em # África, Congo kinshasa
Tags:, , ,

Image result for fally ipupa control

Fally Ipupa esta de volta com um novo triplo álbum, Control, 100% Rumba!

Depois do sucesso de Tokooos, aberto sobre o mundo, a mega estrela congolesa volta as suas raízes com esse novo álbum, 100% rumba, um evento esperado pelos fãs!

O príncipe da rumba congolesa, imensa estrela no seu pais e em boa parte do continente africano, esta cada vez mais presente nos palcos internacionais.

Com esse novo álbum, Control, Fally nos oferece 31 faixas , repartidas em 3 discos, de pura rumba congolesa! Vamos dançar!!!

Cantor, compositor, guitarrista, o artista congolês com cidadania são-tomense radicado em São Paulo esta de volta com o álbum Espoir (Esperança), verdadeira perola musical, onde ele expressa toda sua diversidade musical aguerrida nas suas duas pátrias, a Republica Democrática do Congo (sua pátria de origem) e São Tomé e Príncipe (sua pátria de adoção) e nas suas viagens pelo Gabão, Indonésia, África do Sul, Cabo-Verde e Brasil.

O álbum esta disponível no Brasil, distribuído pela Tratore.

Jupiter OKWESS2016 1150859 (c) Florent De La Tull
Em agosto, o SESC São Paulo receberá shows de JUPITER&OKWESS: 
23/08 no Festival Sesc Jazz / Sesc Birigui
25/08 no Festival Sesc Jazz / Sesc Campinas
26/08 no Festival Jazz na Fábrica / Sesc Pompéia

Na ocasião do lançamento do seu novo álbum Kin Sonic, Jupiter esta em turnê internacional e se apresentará em agosto pro publico de São Paulo.

Revelado em 2006 pelo filme “A dança de Jupiter”, o General rebelde esta de volta com um segundo álbum, Kin Sonic, uma janela vibrante da capital congolesa, a” força, o espelho, o pulmão da republica Democrática do Congo, esse canto que reúne toda a diversidade das etnias do país”.

Na terra da rumba, Jupiter é um artista atípico, valorizando sempre a imensa riqueza do seu pais, povoado por 450 etnias, cada uma delas contando com 10 a 15 ritmos diferentes. São todos esses ritmos que Jupiter quer representar numa festa eletrificada.

Contando o dia dia, denunciando as injustiças, Jupiter, porta-voz do seu bairro, Lemba, luta no nome dos oprimidos.

Seu primeiro disco, Hotel Univers (2013), leva Jupiter ao reconhecimento internacional.

Com esse novo álbum cantado em lingala, tetela, mongo, tsiluba, ekonda ou ainda em francês, a língua do ex-colonizador,  Jupiter e seu grupo Okwess transcendam os ritmos do Congo, banhando eles de modernidade, e nos leva em transe… Mais que nunca, Jupiter nos leva numa dança irresistível!

Com o lançamento do seu novo álbum Kin Sonic, Jupiter esta em turnê internacional e cogita uma ida ao Brasil em agosto, com shows confirmados dias 23 e 24 de agosto no SESC em São Paulo!

Revelado em 2006 pelo filme “A dança de Jupiter”, o General rebelde esta de volta com um segundo álbum, Kin Sonic, uma janela vibrante da capital congolesa, a” força, o espelho, o pulmão da republica Democrática do Congo, esse canto que reúne toda a diversidade das etnias do país”.

Na terra da rumba, Jupiter é um artista atípico, valorizando sempre a imensa riqueza do seu pais, povoado por 450 etnias, cada uma delas contando com 10 a 15 ritmos diferentes. São todos esses ritmos que Jupiter quer representar numa festa eletrificada.

Contando o dia dia, denunciando as injustiças, Jupiter, porta-voz do seu bairro, Lemba, luta no nome dos oprimidos.

Seu primeiro disco, Hotel Univers (2013), leva Jupiter ao reconhecimento internacional.

Com esse novo album cantado em lingala, tetela, mongo, tsiluba, ekonda ou ainda em francês, a língua do ex-colonizador,  Jupiter e seu grupo Okwess transcendam os ritmos do Congo, banhando eles de modernidade, e nos leva em transe… Mais que nunca, Jupiter nos leva numa dança irresistível!

Aucun texte alternatif disponible.

JazzKiff é um dos principais festivais musicais da Republica democrática do Congo, recebendo anualmente em Kinshasa (Republica democrática do Congo) entre 6000 e 7000 espetadores. Com 12 anos de existência, o festival já recebeu artistas de renome internacional como Lokua Kanza (RDC), Manu Dibango (Camarões), Ray Lema (RDC), Elida Almeida (Cabo-Verde), Blick Bassy (Camarões) e o colombiano Yuri Buenaventura. A programação completa do Jazzfikk 2018 ainda não foi revelada, mas já são confirmadas as presenças das divas Oumou Sangaré (Mali), Charlotte Dipanda (Camarões)  e Ayo (Nigeria)

Considerada como a embaixadora do Wassoulou (sua região de origem), Oumou Sangaré é uma mulher forte especialmente engajada na causa das mulheres.

Iniciada ao canto desde a infância por sua mãe, ela tem sua primeira experiência de palco ainda na pequena infância, quando ela canta num concurso escolare na frente de 3000 pessoas. Com 18 anos, a diva malinesa grava Mousolou, seu primeiro álbum, no selo do produtor senegalês Ibrahima Sylla, antes de integrar, graças ao astro Ali Farka Touré, o famoso selo inglês World Circuit Records.

Ela se torna uma estrela e com apenas 21 anos ela toca nos maiores palcos do mundo. A cantora, que lançou uma dezena de discos, o ultimo sendo Magoya (2017) é também uma mulher de negocio bem sucedida, além de uma mulher engajada.

Charlotte Dipanda nasceu em Yaoundé, a capital do Camarões, numa família musical. Criada pela avó, a menina cresce entre Yaoundé, Douala (onde mora sua avó) e Mbouda. Com apenas 15 anos, a estudante começa a cantar nos cabarés, o que levará ela a decisão de largar a escola e se dedicar exclusivamente a musica. Gravou seu primeiro álbum em 2001 com a cumplicidade do musico camaronês Jeannot Hens, mas o que marca mais seu inicio de carreira é o encontro com o congolês Lokua Kanza, que a apresentou a Papa Wemba, com quem ela colaborou. Ela também será corista de  Papa Wemba, Manu Dibango, Idrissa Diop ou ainda Rokia Traoré.

Em 2005, Charlotte grava seu primeiro álbum solo, Mispa, uma homenagem a sua avó.

Misturando Makossa, Bikutsi ou Bem-Skin, a jovem canta em bakaka, Douala ou francês.

Ayo, cantora de origem nigeriana mistura o folk, a soul, afro pop e musicas tradicionais. Ela herdou seu gosto pela musica palo seu pai, um DJ nigeriano que estudava na Alemanha.

Em 2016, Ayo lança seu primeiro álbum, Joyfull, gravado em Nova York e lançado em 40 países. O imenso sucesso do disco levou ela a ser nomeada Artista feminina do ano e melhor clipe nos Victoires de la Musique 2016 na França. Ayo já lançou 5 álbuns e é uma das principais figuras da jovem geração dos artistas africanos no mundo.

Jazzfikk 2018 acontecerá do 15 ao 17 de junho no Institut Français de Kinshasa.