Arquivo da categoria ‘Congo kinshasa’

Cantor, compositor, guitarrista, o artista congolês com cidadania são-tomense radicado em São Paulo esta de volta com o álbum Espoir (Esperança), verdadeira perola musical, onde ele expressa toda sua diversidade musical aguerrida nas suas duas pátrias, a Republica Democrática do Congo (sua pátria de origem) e São Tomé e Príncipe (sua pátria de adoção) e nas suas viagens pelo Gabão, Indonésia, África do Sul, Cabo-Verde e Brasil.

O álbum esta disponível no Brasil, distribuído pela Tratore.

Jupiter OKWESS2016 1150859 (c) Florent De La Tull
Em agosto, o SESC São Paulo receberá shows de JUPITER&OKWESS: 
23/08 no Festival Sesc Jazz / Sesc Birigui
25/08 no Festival Sesc Jazz / Sesc Campinas
26/08 no Festival Jazz na Fábrica / Sesc Pompéia

Na ocasião do lançamento do seu novo álbum Kin Sonic, Jupiter esta em turnê internacional e se apresentará em agosto pro publico de São Paulo.

Revelado em 2006 pelo filme “A dança de Jupiter”, o General rebelde esta de volta com um segundo álbum, Kin Sonic, uma janela vibrante da capital congolesa, a” força, o espelho, o pulmão da republica Democrática do Congo, esse canto que reúne toda a diversidade das etnias do país”.

Na terra da rumba, Jupiter é um artista atípico, valorizando sempre a imensa riqueza do seu pais, povoado por 450 etnias, cada uma delas contando com 10 a 15 ritmos diferentes. São todos esses ritmos que Jupiter quer representar numa festa eletrificada.

Contando o dia dia, denunciando as injustiças, Jupiter, porta-voz do seu bairro, Lemba, luta no nome dos oprimidos.

Seu primeiro disco, Hotel Univers (2013), leva Jupiter ao reconhecimento internacional.

Com esse novo álbum cantado em lingala, tetela, mongo, tsiluba, ekonda ou ainda em francês, a língua do ex-colonizador,  Jupiter e seu grupo Okwess transcendam os ritmos do Congo, banhando eles de modernidade, e nos leva em transe… Mais que nunca, Jupiter nos leva numa dança irresistível!

Com o lançamento do seu novo álbum Kin Sonic, Jupiter esta em turnê internacional e cogita uma ida ao Brasil em agosto, com shows confirmados dias 23 e 24 de agosto no SESC em São Paulo!

Revelado em 2006 pelo filme “A dança de Jupiter”, o General rebelde esta de volta com um segundo álbum, Kin Sonic, uma janela vibrante da capital congolesa, a” força, o espelho, o pulmão da republica Democrática do Congo, esse canto que reúne toda a diversidade das etnias do país”.

Na terra da rumba, Jupiter é um artista atípico, valorizando sempre a imensa riqueza do seu pais, povoado por 450 etnias, cada uma delas contando com 10 a 15 ritmos diferentes. São todos esses ritmos que Jupiter quer representar numa festa eletrificada.

Contando o dia dia, denunciando as injustiças, Jupiter, porta-voz do seu bairro, Lemba, luta no nome dos oprimidos.

Seu primeiro disco, Hotel Univers (2013), leva Jupiter ao reconhecimento internacional.

Com esse novo album cantado em lingala, tetela, mongo, tsiluba, ekonda ou ainda em francês, a língua do ex-colonizador,  Jupiter e seu grupo Okwess transcendam os ritmos do Congo, banhando eles de modernidade, e nos leva em transe… Mais que nunca, Jupiter nos leva numa dança irresistível!

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JazzKiff é um dos principais festivais musicais da Republica democrática do Congo, recebendo anualmente em Kinshasa (Republica democrática do Congo) entre 6000 e 7000 espetadores. Com 12 anos de existência, o festival já recebeu artistas de renome internacional como Lokua Kanza (RDC), Manu Dibango (Camarões), Ray Lema (RDC), Elida Almeida (Cabo-Verde), Blick Bassy (Camarões) e o colombiano Yuri Buenaventura. A programação completa do Jazzfikk 2018 ainda não foi revelada, mas já são confirmadas as presenças das divas Oumou Sangaré (Mali), Charlotte Dipanda (Camarões)  e Ayo (Nigeria)

Considerada como a embaixadora do Wassoulou (sua região de origem), Oumou Sangaré é uma mulher forte especialmente engajada na causa das mulheres.

Iniciada ao canto desde a infância por sua mãe, ela tem sua primeira experiência de palco ainda na pequena infância, quando ela canta num concurso escolare na frente de 3000 pessoas. Com 18 anos, a diva malinesa grava Mousolou, seu primeiro álbum, no selo do produtor senegalês Ibrahima Sylla, antes de integrar, graças ao astro Ali Farka Touré, o famoso selo inglês World Circuit Records.

Ela se torna uma estrela e com apenas 21 anos ela toca nos maiores palcos do mundo. A cantora, que lançou uma dezena de discos, o ultimo sendo Magoya (2017) é também uma mulher de negocio bem sucedida, além de uma mulher engajada.

Charlotte Dipanda nasceu em Yaoundé, a capital do Camarões, numa família musical. Criada pela avó, a menina cresce entre Yaoundé, Douala (onde mora sua avó) e Mbouda. Com apenas 15 anos, a estudante começa a cantar nos cabarés, o que levará ela a decisão de largar a escola e se dedicar exclusivamente a musica. Gravou seu primeiro álbum em 2001 com a cumplicidade do musico camaronês Jeannot Hens, mas o que marca mais seu inicio de carreira é o encontro com o congolês Lokua Kanza, que a apresentou a Papa Wemba, com quem ela colaborou. Ela também será corista de  Papa Wemba, Manu Dibango, Idrissa Diop ou ainda Rokia Traoré.

Em 2005, Charlotte grava seu primeiro álbum solo, Mispa, uma homenagem a sua avó.

Misturando Makossa, Bikutsi ou Bem-Skin, a jovem canta em bakaka, Douala ou francês.

Ayo, cantora de origem nigeriana mistura o folk, a soul, afro pop e musicas tradicionais. Ela herdou seu gosto pela musica palo seu pai, um DJ nigeriano que estudava na Alemanha.

Em 2016, Ayo lança seu primeiro álbum, Joyfull, gravado em Nova York e lançado em 40 países. O imenso sucesso do disco levou ela a ser nomeada Artista feminina do ano e melhor clipe nos Victoires de la Musique 2016 na França. Ayo já lançou 5 álbuns e é uma das principais figuras da jovem geração dos artistas africanos no mundo.

Jazzfikk 2018 acontecerá do 15 ao 17 de junho no Institut Français de Kinshasa.

'137 Avenue Kaniama'

10 anos depois do seu primeiro álbum, Hotel Impala, o poeta-feiticeiro belgo-congoles Baloji esta de volta com seu quarto álbum, uma prolongação do primeiro e com certeza uma verdadeira perola.

137 avenue kaniama nos leva numa viagem musical e poética combinando ritmos congoleses, nigerianos, zimbabuanos, ganenses, camaroneses… com rap e eletro inglês. Colocando sua resiliência no centro do seu trabalho, Baloji concilia todas suas influencias.

Poeta, rapper, cineasta, Baloji é um artista livre, impossível de classificar.

Seu nome, Baloji, significa grupo de feiticeiros em tshiluba, uma das línguas faladas no Congo-Kinshasa. Durante sua infância, Baloji detestou seu nome e sofreu por conta dele dentro da família do seu pai… Enquanto na verdade a conotação negativa da palavra foi uma invenção dos missionários, e que ele é ligado a sabedoria tradicional Balubakat (os Baluba do Katanga).

Nascido em Lubumbashi em 1978 de uma relação ilegítima, Baloji é separado da sua mãe com apenas 3 anos, quando levado pra Bélgica pelo pai, onde será escolarizado numa escola jesuíta. Com 15 anos, ele larga a casa e a escola e se torna rapper. Ele vai passar então por uma fase difícil, conhecendo até a experiência do centro de retenção para os sem-papeis, quando ele quase foi expulso pro Congo.

Integrante do grupo de rap Starflam, ele lança em 2008 Hotel Impala, autobiográfico, uma resposta a uma carta escrita por sua mãe, com quem estava sem noticias. Um disco que ele levará pessoalmente pra ela, em Lubumbashi, na avenida Kaniama…

E justamente o endereço da sua mãe que serve de titulo a esse quarto álbum solo do Baloji, 137 Avenue Kaniama. Um album onde ele fala da falta de eletricidade, do racismo, de dificuldades amorosas, e também, claro, da sua mãe, e especialmente da decepção que foi esse re-encontro com ela 25 anos depois: “Plus je la regarde, plus je me sens bete. Une mère qui écrit à son fils après 9.125 jours, ce n’est pas forcément un acte d’amour mais un appel au secours.” (mais eu olho ela, mais me sinto idiota. Uma mãe que escreve a seu filho depois de 9 125 dias, não é forçosamente um ato de amor, mas um pedido de socorro) grita Baloji …

O clipe Peau de chagrin/Bleu de nuit, filmado na floresta congolesa e realizada pelo próprio Baloji seduz pelas cores e pela sensualidade.

Depois dos excelentes Kinshasa Succursale e 64 Bits and Malachite, Baloji afina ainda mais seu estilo, tanto no beat que na escrita. Livre, pessoal, diverso, amargo, raivoso, sensual, Baloji confirma seu imenso talento com esse disco combativo e hipnotizante.

ZAIRE74

Um programa dedicado aos artistas africanos que participaram do lendário Zaïre 74, o grande encontro musical que antecipou o encontro do seculo entre Muhammad Ali e George Foreman em Kinshasa em 1974:

Zaire 74jpg

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Veterano da rumba congolesa, Bumba Massa lança, na véspera dos seus 70 anos e com 54 anos de carreira, V70, seu ultimo álbum, no puro espirito da rumba congolesa dos anos 60. Para a ocasião, o tenor gravou com o mítico OK Jazz do falecido Franco, nada menos…