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Verdadeira lenda do “Swinging Addis” dos anos 60 e 70, o pianista, arranjador e cantor etíope Girma Bèyènè escolheu o asilo nos Estados Unidos em 1981, depois da queda do imperador Haïllé Sélassié (em 1974). Ele acabou afastado da musica durante 25 anos. Nos Estados Unidos, Girma Bèyènè chegou a ser frentista.

Esse sumiço durou 25 anos… até o encontro com o francês Francis Falceto, fundador e diretor da agora antológica coleção Ethiopiques, e incansável pesquisador do etio-jazz. Em 2017, foi lançado o álbum Mistakes on Purpose, o terceiro décimo álbum da coleção Ethiopiques, reunindo Girma Bèyènè com o jovem grupo francês de etio-groove Akalé Wubé.

A coleção Ethiopiques, lançada em 1996, possibilitou a volta de varias estrelas do Etio-jazz, como Mulatu Estatke, Mahmoud Ahmed ou ainda Alèmayèhu Eshèté.

O álbum revisita antigos sucessos do Girma Bèyèné com um swing mais moderno e alguns inéditos, canções de amor com um soul brilhante, para um resultado luminoso e revigorante.

girma-beyene

O crooner etiópio Girma Bèyènè esta de volta depois de 25 anos de silencio com o luminoso álbum Mistakes on purpose. Estrela do palco musical etiópio nos anos 1960 e 1970, o crooner tinha sumido em 1981: depois de uma turnê nos Estados-Unidos, ele não tinha voltado no seu país natal depois da queda do Haïlé Sélassié e tinha parado de se produzir.

Girma Bèyènè deve esse come-back bem sucedido ao francês Francis Falceto, fundador da maravilhosa coleção “Ethiopiques”, que já nos fez (re)descobrir grandes nomes da musica etiópia dos anos 60 e 70, como  Alemayehu Eshete, Asnaketch Worku, Mahmoud Ahmed, Mulatu Astatke, Tilahun Gessesse ou Girma Bèyènè…

 

Desta vez, Francis Falceto oferece à lenda da musica etiópia um verdadeiro renascimento com o álbum Mistakes on purpose, gravado junto ao grupo Akalé Wubé. Simplesmente luminoso!

 

 

 

 

 

mulatu astatqé

O percussionista e compositor etiópio Mulatu Astatqé, considerado como o pai do Ethio-jazz, esta de volta com um novo álbum, Sketches of Ethiopia, que acabou de ser lançado e conta, entre outros tesouros, com uma participação especial da cantora Fatoumata Diawara (Mali).
Nascido em Jimma (Etiópia) em 1943, Mulatu Astatqé se formou na musica na Inglaterra e nos Estados-Unidos, aonde foi o primeiro aluno africano do prestigioso Colégio de musica de Berklee. Dessa temporada nos Estados-Unidos, entre Boston e Nova-York, ele traz influencias de jazz e de musicas latinas que ele vai incorporar na sua obra a musicas tradicionais da África oriental.
Entre 1969 e 1974, de volta na Etiópia, Mulatu Astatqé participa da coleção “Ethiopiques”, do label Ahma Records e tem colaborações com cantores de primeiro plano como Mahmoud Ahmed ou Alémayéhu Eshèté. Em 1973, ele acompanha também Duke Ellington na sua turnê através da Etiópia. A partir de 1974, a carreira de Mulatu Astatqé, como muitos artistas etiópias, entra entre parêntese depois da mudança politica.
Em 1998, depois de anos de esquecimento, Mulatu Astatqé é redescoberto com a reedição pelo label francês Buda Musique e Francis Falceto da coleção “Ethiopiques”. Em 2004, é a consagração internacional, com a banda original do filme “Broken Flowers”, de Jum Jarmusch, que leva suas composições aos ouvidos do grande publico e abre uma segunda carreira, internacional, para Mulatu Astatqé.
Depois do elogiado álbum “Inspiration Information” (2009), álbum gravado com o grupo The Heliocentrics, Mulatu Astatqé volta com o lindo “Sketches of Ethiopia”, gravado entre Addis-Abeba, Londres e Paris:


O programa Conexão África dessa semana leva vocês ao encontro da Etiópia, berço da Humanidade e terra adulada pelos rastafáris que ainda veneram seu antigo rei, o imperador Haïlé Selassié que reinou no país de 1930 á 1974:
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Gigi Shibabaw

Publicado: 20 de setembro de 2011 por suelen06 em Etiopia

Nascida em 1974, Gigi Shibabaw é uma das cantoras mais populares da musica contemporânea etiópia no palco mundial. O seu estilo musical mistura sons tradicionais da Etipio com estilos mais contemporâneos. Gigi morou durante alguns anos no Kenya antes de se mudar para São Francisco a partir de 1998.

Se hoje em dia o sucesso da Gigi ultrapassa as fronteiras da Etiopia e sua diaspora, suas primeiras gravações eram destinadas a comunidade de etiópias expatriados.

O seu encontro com Chris Blackwell, que assinou Gigi no seu label Palm Picture, da um novo torno a sua carreira. Em 2001 sai o disco Gigi, produzido pelo Bill Laswell, que é também hoje, além de produtor, o marido da Gigi Shibabaw. O disco recebe boas criticas internacionais e sera seguido de 3 outros, sempre com essa fusão entre tradição e contemporaneidade, e levados pela voz tão especial da cantora.