Novidade no Conexão África

Publicado: 19 de julho de 2017 por stephanie100africa em # África
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Steph e Bob Viva Rio_n

Ontem foi um dia muito especial na história do Conexão África. Iniciamos uma parceria com Voz de Migrantes na rádio Viva Rio. Muito obrigada ao Bob Selassie pelo convite e pela produção. Obrigada também ao Bira, diretor da rádio Viva Rio. Em breve vocês poderam assistir o primeiro programa dessa nova aventura que começa com essas figuras maravilhosas ! E falando de maravilha, esse programa é dedicado a Banda Maravilha, que eu entrevistei em Luanda !

Bob e Bira Viva Rio_n

 

24 anos da Banda Maravilha

Publicado: 14 de julho de 2017 por stephanie100africa em # África, Angola
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24 anos Banda Maravilha_n

Imperdível: A Banda Maravilha, os embaixadores do Semba, comemora seus 24 anos de carreira hoje no Mar do Guincho, em Luanda!!!

Estava là semana passada e é uma maravilha mesmo!

Aproveito ja para informar que nosso próximo programa Conexão África será dedicado a Banda Maravilha!!!!

Programa Conexão África especial Dionísio Rocha

Publicado: 13 de julho de 2017 por stephanie100africa em # África, Angola
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20170706_002624

Um programa Conexão África sobre – e com – Dionísio Rocha:

Programa do dia 28 de junho: Angola

Publicado: 29 de junho de 2017 por stephanie100africa em # África, Angola
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Angola

Um programa Conexão África especial Angola em homenagem a todos meus amigos angolanos:

MOGOYA : o novo álbum de Oumou Sangaré

Publicado: 22 de junho de 2017 por stephanie100africa em # África, Mali
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OUMOU SANGARE MOGOYA

Oumou Sangaré não tinha lançado disco desde 2009. Coisa feita com Mogoya (que poderia ser traduzido como As relações humanas hoje).

Nascida em 1968 na capital Bamako, Oumou Sangaré é a ultima filha de uma família peul originaria da região florestal do Wassoulou. Seu pai abandonou a família quando a menina tinha apenas 2 anos, obrigando sua mãe, Aminata Diakité, a assumir sozinha os 4 filhos. Oumou ajuda vendendo agua potável pelas ruas… Com 5 apenas 5 anos, a pequena Oumou  se torna uma verdadeira atração no seu bairro em razão do seu talento pelo canto. Ela até leva sua escola a vencer um concurso interescolar de canto.

Com 18 anos, Oumou já é uma verdadeira profissional. Cantora muito apreciada para as Soumous (cerimonias nupciais ou de batizados), ela já passou pelo Ensemble National du Mali, fez uma turnê pela Europa com o grupo Djoliba e esta preste a gravar sua primeira Cassete  Moussolou (Mulheres), imenso sucesso com 250 000 exemplares vendidos, um recorde na África Ocidental!

Sua musica, típica da sua região de origem, o Wassoulou, acompanha textos engajados sobre a condição das mulheres, o êxodo econômico, a deflorestação…

Depois desse primeiro álbum, ela lança Ko Sira (1993) e Worotan (1996) que lançam sua carreira internacional.

Mulher de negocio, Oumou Sangaré tem também um hotel em Bamako, o Wassoulou, sua própria marca de carro, Oum Sang e uma fazenda.

Em 2009, Oumou, lança um novo album, Seya, produzido pelo Cheickh Tidiane Seck, sempre denunciando as injustiças.

Modelo de sucesso para todas as mulheres do continente africano, Oumou Sangaré volta agora ao canto com Mogoya, onde ela fala, entre outros, dos problemas específicos encontrados pelas mulheres africanas. No álbum, Oumou Sangaré faz também uma emocionante homenagem a sua mãe com Minata Waraba (Minata a leoa), essa mulher corajosa que inspirou sua trajetória. Aquela que viveu o abandono do pai e a miséria extrema na infância fala também sobre os maus por quais ela passa hoje por causa do seu sucesso, as calúnias, a inveja… etc.. Fala também do Mali……

Enfim, um lindo presente da grande embaixadora do Wassoulou pelo mundo!

 

Combat du siècle

Um programa com alguns trechos do festival Zaïre 74, realizado na ocasião do encontro do século, que consagrou Muhammad Ali em Kinshasa:

Quando o som da Bahia encontra o Kuduro de Angola

Publicado: 7 de junho de 2017 por stephanie100africa em # África, Angola, Brasil
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O grupo baiano Baiana System grava uma musica inédita, Capom Guiné, com uma das ícones do Kuduro, a angolana Titica.

Capim Guiné é uma faixa dançante com letra politizada falando de união, educação e igualdade.

Baiana System e Titica, primeira artista transexual de Angola, se apresentaram juntos no palco Sunset do Rock in Rio, onde apresentaram essa música inédita, mistura de Kuduro angolano com o som de Salvador.