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Aproveitando a semana de comemoração em volta do dia 25 de maio, Dia da África, a pesquisadora angolana Fátima Moniz lança hoje seu primeiro livro, “Libertação e Independência de Angola -Participação da Tanzânia na Independência de Angola “, fruta de uma densa pesquisa realizada entre Portugal, Tanzânia e Angola.

O lançamento acontece hoje, dia 24 de maio, as 16h00, na livraria FGV, praia de Botafogo, 190

“Libertação e Independência de Angola -Participação da Tanzânia na Independência de Angola “, Fátima Moniz, 40,00 reais.

Começa hoje: Semana da Africa no espaço SAVANA RIO

Publicado: 23 de maio de 2018 por stephanie100africa em # África
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O espaço Savana Rio e a Africa Arte apresentam a Semana da Africa, A África muito além da Imaginação.

O evento começa hoje, dia 23 de maio, e vai até o dia 26.

O evento contará com palestras, oficinas de turbantes, desfile de moda africana e culinária senegalesa

Professores, consultores e especialistas africanos que optaram por viver no Brasil  mostrarão ao público da África Arte e aos frequentadores do Espaço Savana Rio a África muito além da imaginação.
Entre os participantes terá:
Sokhna Kene Ndiaye: Empresária, co criadora da África Arte e Espaço Savana Rio
Aly Ndiaye, Engenheiro agrônomo, especialista em produção orgânica;
Abdoul Aziz Diene; Engenheiro Civil
Mariama Bã: Atriz e ativista
Sokhna Ndiaye: Economista
Prof. Alain Kally, UFRRJ
Prof. Alfa Oumar Diallo, UFGD
Prof. Papa Matar Ndiaye, COPPE/UFRJ
Prof. Oumar Diene, COPPE/UFRJ
Prof.Ababacar Cissé Ba, UFG
Prof. Mamour Sop Ndiaye, CEFET-RJ

IMPERDÍVEL!

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A dupla de rap ganeense Fokn Bois lança novo clipe: Slow Down.

Wanlov the Kubolor e M3NSA foram até Pretoria para gravar as imagens do seu novo clipe, Slow Down, uma musica do seu ultimo álbum, Fokn Ode to Gana, lançado em 2016. A musica fala de não cair na pressão da corrida com o resto do mundo. Aproveitar a vida e as coisas no seu próprio tempo. Não ir devagar ou rápido, mas simplesmente chegar e aproveitar a viagem:

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Nascida em 1983 em Londres de um pai gambiano e mãe inglesa, Sona Jobarteh é originaria de uma das principais linhagens de griôs da Africa ocidental. Neta do Mestre Amadu Bansang Jobarteh, que migrou do Mali para a Gambia, ela é também a prima do virtuose malinês da kora Toumani Diabaté.

Defensora da tradição mandinga, Sona é também a primeira mulher a ir contra a tradição da arte da kora só ser transmitida de pai em filho.

É com apenas 3 anos que a artista começa a aprender tocar seu instrumento de predileção, essa harpa de 21 cordas reservada aos griôs, a kora, primeiro com seu irmão, Tunde Jegede, e depois com seu pai, Sanjally Jobarteh.

Multi-instrumentista, ela estuda no Royal College of Music onde toca violoncelo, piano e cravo. Em seguida, ela vai estudar na Purcell School of Music onde aprende a compor.  Ela participa também de varias formações orquestrais.

No palco, ela colabora com vários artistas, como a diva malinesa Oumou Sangaré, seu primo Toumani Diabaté, Kassé Mady Diabaté ou ainda o orquestra sinfônico da BBC. Como compositora, ela colabora a dois álbuns do seu irmão, Tunde Jegede.

Diplomada da School of Oriental and African Studies, Sona divide seu tempo entre artista e professora de kora. Defensora da tradição musical mandinga, ela também uma escola de musica na Gambia com seu pai.

Em 2008, sai seu primeiro álbum, Afro-Acoustic Soul e em 2009, ela se lança também na composição de musicas pro cinema. Sua carreira internacional esta lançada!

Virtuosa da kora que ela leva nos maiores festivais do mundo, Sona Jobarteh toca também violão e encanta com sua voz forte e suave.

Embaixadora de uma cultura milenária, Sona enfeitiça o publico com suas composições na mais pura tradição dos griôs da África ocidental, honrando a herança da sua família. Uma tradição reivindicada e revitalizada para a cantora que homenageou seus ancestrais no álbum Fassiya (literalmente tradição em língua mandiga). No seu mais recente álbum, Gambia, a Griô celebra Jubileu de Ouro da independência da Gâmbia em 2015.

Ela estará no Back2Black in concert no Teatro Municipal do Rio de janeiro no dia 25 de maio, dia da Africa, assim com o cabo-verdiano Mario Lucio, Gilberto Gil, Mart’nália, Mariene de Castro, a Orkestra Rumpilezz e a Orquestra Maré do Amanhã. Imperdivel!

 

 

Khadja Nin: pela democracia no Burundi

Publicado: 14 de maio de 2018 por stephanie100africa em # África, Burundi
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Khadja Nin, do seu verdadeiro nome Jeanine Rema, filha de um antigo ministro do rei Mwambutsa IV nasceu em 1959 em Ruvyagira, perto de Mutambu e Gitega, no Burundi, onde passou uma infância tranquila. Se orientou muito jovem pela musica e com apenas 7 anos, ela já era a cantora principal do coro de Bujumbura, a capital do Burundi.

De pequena altura, ela ganha o apelido de Ka Jeanine, literalmente a pequena Jeanine, apelido que ela escolherá mais tarde como nome artístico, o transformando em Kadja Nin.

Depois de ter formado seu primeiro grupo musical em 1973, ela vai estudar em Kinshasa (RDC) em 1975, antes de ir, em 1980, para  a Belgica.

Em 1992, ela lança seu primeiro álbum, cantado em swahili. Em 1995, ela fica famosa com o sucesso Sambolera, do seu secundo álbum. Depois do lançamento do quarto álbum, Ya, em 1998, que encontra um vivo sucesso na Europa. Depois de um show memorável em 2000, ao lado de Sting e Cheb Mami, a cantora resolveu abrir um parêntese na sua carreira de cantora.

A cantora vive atualmente em Monaco, e milita para que o Burundi saísse da grave crise politica que ele afronta desde 2015.

Mulher militante, ela faz parte dos jurados do festival de Cannes 2018, um juri que pretende ser o juri da diversidade, com  “5 mulheres, 4 homens, 7 nacionalidades e 5 continentes”.

A cantora que não se produz mais consagra tudo seu tempo a defender o acordo de paz de Arusha, negociado em 2002 sob a mediação de Neson Mandela assim como o respeito da constituição, que limite o numero de mandatos presidenciais a dois mandatos sucessivos. Uma constituição que foi pisoteada em 2015 pelo presidente Pierre Nkurunziza quando ele se candidatou para um terceiro mandato, provocando de novo uma grave crise no Burundi.

Em 2015, Khadja Nin se ilustrou com a frase, pronunciada em margem de um evento da União Africana: “Vocês podem nos matar, mas você nunca poderão matar todos nos.”

Em 2016, ela escreveu uma carta aberta a seus “irmãos e irmãs africanos”, evocando a emergência de uma missão de mediação dos chefes de Estados africanos pra defender a democracia no Burundi e denunciando os crimes perpetuados no seu país.

 

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Pioneiro do reggae marfinense e do reggae da Africa francophone, o Serges Kassy nasceu em 1962 no bairro de Treichville em Abidjan, na Costa do Marfim. O sargento, como é chamado com carinho, criou seu primeiro grupo em 1980, os Roots. Entre 1980 e 1989 de vários concursos musicais organizados pela radio e pela televisão marfinenses.

Em 1990, Serges Kassy grava seu primeiro álbum, “I´m proud”, que encontra imenso sucesso na Costa de Marfim com 100 000 exemplares vendidos no mercado oficial e em torno de 300 000 no mercado paralelo, uma das melhores vendas daquele ano. Serges Kassy se torna o ídolo da juventude.

Laureado do melhor clipe africano nos African Awards em 1990 com “John Bri”, Serges Kassy lança vários sucessos como Cabri mort, jésus, Mougou man e Au nom de Dieu

Na mais pura tradição do reggae de Burning Spear, Peter Tosh ou Bob Marley, o artista engajado acorda um lugar preponderante ao recado.

Muitos dos seus refrães, que ilustram cenas do dia dia, se tornaram expressões populares na Costa do Marfim.

Sensível aos problemas dos jovens do gueto, ele canta a causa do povo negro, suas dores, suas esperanças, suas revoltas…

Apoiador do ex-presidente marfinense Laurent Gbagbo, ele vive na França desde sua destituição e os violentos conflitos que seguiram em 2011, se considerando um exilado. Em 2017, lançou um novo álbum, o primeiro desde seu exilio, Loin des Miens (longe dos meus), nos mercados marfinense e europeu.

 

 

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JazzKiff é um dos principais festivais musicais da Republica democrática do Congo, recebendo anualmente em Kinshasa (Republica democrática do Congo) entre 6000 e 7000 espetadores. Com 12 anos de existência, o festival já recebeu artistas de renome internacional como Lokua Kanza (RDC), Manu Dibango (Camarões), Ray Lema (RDC), Elida Almeida (Cabo-Verde), Blick Bassy (Camarões) e o colombiano Yuri Buenaventura. A programação completa do Jazzfikk 2018 ainda não foi revelada, mas já são confirmadas as presenças das divas Oumou Sangaré (Mali), Charlotte Dipanda (Camarões)  e Ayo (Nigeria)

Considerada como a embaixadora do Wassoulou (sua região de origem), Oumou Sangaré é uma mulher forte especialmente engajada na causa das mulheres.

Iniciada ao canto desde a infância por sua mãe, ela tem sua primeira experiência de palco ainda na pequena infância, quando ela canta num concurso escolare na frente de 3000 pessoas. Com 18 anos, a diva malinesa grava Mousolou, seu primeiro álbum, no selo do produtor senegalês Ibrahima Sylla, antes de integrar, graças ao astro Ali Farka Touré, o famoso selo inglês World Circuit Records.

Ela se torna uma estrela e com apenas 21 anos ela toca nos maiores palcos do mundo. A cantora, que lançou uma dezena de discos, o ultimo sendo Magoya (2017) é também uma mulher de negocio bem sucedida, além de uma mulher engajada.

Charlotte Dipanda nasceu em Yaoundé, a capital do Camarões, numa família musical. Criada pela avó, a menina cresce entre Yaoundé, Douala (onde mora sua avó) e Mbouda. Com apenas 15 anos, a estudante começa a cantar nos cabarés, o que levará ela a decisão de largar a escola e se dedicar exclusivamente a musica. Gravou seu primeiro álbum em 2001 com a cumplicidade do musico camaronês Jeannot Hens, mas o que marca mais seu inicio de carreira é o encontro com o congolês Lokua Kanza, que a apresentou a Papa Wemba, com quem ela colaborou. Ela também será corista de  Papa Wemba, Manu Dibango, Idrissa Diop ou ainda Rokia Traoré.

Em 2005, Charlotte grava seu primeiro álbum solo, Mispa, uma homenagem a sua avó.

Misturando Makossa, Bikutsi ou Bem-Skin, a jovem canta em bakaka, Douala ou francês.

Ayo, cantora de origem nigeriana mistura o folk, a soul, afro pop e musicas tradicionais. Ela herdou seu gosto pela musica palo seu pai, um DJ nigeriano que estudava na Alemanha.

Em 2016, Ayo lança seu primeiro álbum, Joyfull, gravado em Nova York e lançado em 40 países. O imenso sucesso do disco levou ela a ser nomeada Artista feminina do ano e melhor clipe nos Victoires de la Musique 2016 na França. Ayo já lançou 5 álbuns e é uma das principais figuras da jovem geração dos artistas africanos no mundo.

Jazzfikk 2018 acontecerá do 15 ao 17 de junho no Institut Français de Kinshasa.