Programas

Assiste nesta pagina os audios das gravações do programa Conexão Africa, inicialmente gravado e transmitido pela Radio Kaxinawá, as quartafeiras, de 16h00 as 17h00, 100.1 FM. A radio kaxinawá é uma radio Comunitária e Educativa localizada na UERJ de Duque de Caxias.

Depois de ter gravado e transmitido os programas de maneira caseira, Conexão Africa encontrou agora um parceiro com a Radio Viva Rio, onde é gravado e transmitido Conexão África, alem do blog.

 

Programa especial Mario Matadidi

 

Programa especial com a Banda Maravilha

 

Programa especial com Dionísio Rocha

 

Programa especial Angola

 

Programa Zaïre 74

 

Programa Lounge

 

Programa especial Benim

 

Programa Vozes femininas

 

Programa especial Ali Farka Touré

 

Programa Conectando com Haiti Aqui, encontro com Bob Selassié

 

Stéphanie convidada no programa Vozes de Haiti

 

Programa especial lançamento do primeiro álbum do Sergio Zola Star

 

Programa Conectando com Radio África da Radio Educadora da Bahia

 

Programa Exclusivo: NOVO Disco do TP Polyrythmo de Cotonou

 

Programa bate-papo com o multi-artista angolano Coreon Dú

 

Programa com o Otis Selimane (Moçambique)

 

Programa com o DJ moçambicano DJ FAYA 

 

Programa sobre musicas angolanas de resistencia com a pesquisadora Amanda Paloma

 

Programa com o pesquisador senegales Gana Ndiaye

 

Bate-papo com o cantor angolano Gabriel Tchiema

 

Bate-papo com o cantor angolano Ndaka Yo Wini

 

Programa A musica é uma arma

 

Programa especial com o mítico Manu Dibango (Camarões)

 

Programa do dia 25 de novembro 2015

 

Programa Angola 40 anos

 

Programa do dia 14 de outubro: democracia, paz e tolerancia

 

Tout-Puissant Orchestre Polyrythmo de Cotonou

Steph e Polyrythmo

 

Tout en douceur…

 

Grandes sucessos

 

Cabo Verde

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Baile

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Homenagem as Mulheres negras

mulher preto e branco colares

 

Camarões

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Raps de África
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Um programa dedicado a alguns rappers do continente africano, como Smockey (Burkina Faso), Keur-Gui (Senegal) ou ainda YaoBobby (Togo) ou Zulu Boy (Africa do Sul), Fokn Bois (Gana), etc….:

 

Pot-pourri de clássicos da musica africana:
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Encontro com o príncipe Abou:
Steph e prince Abou Conexão Africa

 

Programa especial Nigeria:
NIGERIA road sign

 

Nossa entrevista exclusiva http://www.conexaoafrica com Stromaé:
STROMAE e equipe 2015

Com a tradução:

Julie: Bom dia. Do seu verdadeiro nome Paul Van Harver, sabemos que você é belgo e ruandês também. Pode nos falar da sua infância e da sua relação com seu pai?

Stromaé: Minha relação com meu pai e minha infância… Minha infância é uma infância modesta em Bruxelas. Modesta mas nunca faltou de nada. A gente comia todos os dias, mas é verdade que a gente não tinha as ultimas Nike na moda… E isso. E meu pai voltou pro Ruanda quando eu tinha 3 anos. E ele morreu durante o genocídio. Mas ele fez algumas ida e voltas na Bélgica então eu o vi algumas vezes, mas na verdade eu não conheci muito ele. Para mim era uma noção abstrata porque eu não sabia. Eu via nos meus amigos, mas em casa foi um pouco o irmão mais velho que pegou um pouco esse papel. Depois acho que a tinta africana que eu tive foi via muitas tias que tinha em Bruxelas, que não eram ligações de sangue mas que… Tinha tias do congo, do Camarões, de vários lugares e fez uma tinta africana através do prisma europeia. E isso.

Stephanie: Stromaé, tudo mundo conhece seu sucesso, sua historia recente, a explosão com Alors on danse, a confirmação em 2010 com o álbum Cheese, e depois a consagração com o álbum de 2013. Queria saber qual é seu olhar sobre esse sucesso – você é chamado de Brel techno, é enorme e no mesmo tempo justificado, eu te descobri através das festas dos meus filhos e os textos são muito profundos

Stromaé: obrigado

Steph: Qual é seu olhar sobre esse sucesso que é no mesmo tempo fulgurante, estável ja que ele se confirmou, e inter-generacional porque ele toca tanto as crianças que os adultos?

Stromaé: Estável é gentil mas depois de 2 álbuns é complicado. Depois, ele é fulgurante, não posso negar, e não fui eu que escolhi. Inclusivo só posso ser agradecido com a atenção de todos, sempre sou eu que faço o belo na frente das câmeras mas tem muitos que trabalham tanto também. Então, mas eu acredito que especialmente depois do ano passado, porque tenho um pouco de distancia com o ano passado, eu vejo que me machucou um pouco, isso devo admitir também, no sentido que penso que o sucesso é violento, e extraordinário carrega bem seu nome, no sentido que é extraordinário tanto no positivo que no negativo. E acho que é tão rápido que faz pequenas feridas. Mas é sempre difícil de reclamar porque é tão legal e a parte negativa é tão mínima e tão difícil a ver, e raramente durante a euforia. Então é dificil reclamar. Ainda mais que sou de natureza a reclamar. Mas isso era sobre a parte sucesso. E o resto, não me lembro?

Steph: inter-generacional

Stromaé: Ah, sim! Para mim é um dos elogios mais bonitos. Não pode fazer melhor como elogio que uma criança de 5 anos e seu avó dançando na mesma canção. E as vezes tem pais que estão constrangidos de dizer, eu não tenho idade de ouvir sua musica mas… Você tem direito de ouvir o que você tiver vontade de ouvir, Senhora… E eu fico constrangido de ter pessoas que tem 2 vezes minha idade que vem pedir desculpa de ouvir minha musica…

Steph: Acontece?

Stromaé: Sim, as vezes, desculpa, como se eles não tivessem direito…

Steph: Enquanto, quando a gente escuta os textos, esse título de Jacques Brel do século XXI não é roubado, não tem nenhuma vergonha de gostar do Stromaé….

Stromaé: Obrigado pelo elogio mas tenho tendência a dizer coitado dele… Mas é um super elogio de ter tantos apoios, isso com certeza, e ser comparado a um cara como ele, com certeza é bacana.

Steph: No Racine Carrée, a gente percebe bastantes influências africanas, entre outro alguma coisa que eu gostei muito, é a homenagem a Cesaria Evora. Era importante essa homenagem?

Stromaé: Para mim era muito importante. Insisti muito. E um rapper francês que me ajudou muito a desbloquear isso, me ajudou na escritura dessa letra. Na verdade escrevemos juntos. Sim era muito importante. Expliquei para ele: quero muito fazer uma homenagem a ela e quero que seja um tipo de maluco apaixonado, que acreditou que teve uma relação com ela e que nunca teve. E finalmente ele conseguiu encontrar as palavras que eu procurava e é isso. Era importante para mim de fazer uma homenagem a esse tipo de musica que escuto muito, a ela especialmente, e não só, que fosse a rumba congolesa, a salsa também acho, nãos ei se podemos dizer que é africano mas acho que tem pontes que se fizeram nos 2 sentidos. O hip hop também. Para mim são coisas africanas tambem. Tudo é uma grande mistura. E é importante misturar mais ainda.

Steph: sim, e justamente era minha proxima pergunta. Sobre suas influencias musicaisafricanas, ou afros, porque é evidente que tem raizes, o hip-hop, a salsa, o samba tambem… e nas entrevistas você cita com frequencia papa Wemba ou Koffi Olomidé. Tenho a impressão que são grandes referencias para você. Então queria saber: Stromaé se sente mais congolês que ruandês?

Stromaé: Ahah!!! Qualquer africano se sente mais congolês a certo momento… Tem que confessar que nossos queridos congoleses musicalmente predominaram a música africana e até no mundo, tem que reconhecer. Depois foram os marfinenses e os nigerianos agora, tem que reconhecer também, mas sempre tem super músicos em todos os lugares. Mas na época é verdade que são lembranças que ficam, são os papa Wemba, mas é verdade que tem outros como Franco, Zao também, especialmente Zao, porque tem uma coisa de super simples e complicado a ter. E verdade que “Tout le monde m´appelle soulard mais je ne suis pas soulard” (tudo me chama de bêbado mas não sou bêbado) tem coisas que me fazem rir de inicio, e ao final se trata de um assunto… E isso, eu fiz o meu “soulard”, é “Formidable”. Apenas tentei modestamente de copiar, ridiculamente…. Será que me sinto mais congolês que ruandês? Não. Não poderia. E no meu sangue. E difícil mentir. Este escrito na minha testa e na minha magreza.

Steph: Justamente, Julie perguntou no inicio sobre sua infância e acho que você banhou num meio, tanto, uma mãe belga, mas também um meio pan-africano, essa pequena África reinventada na Bélgica.

Stromaé: Tenho a impressão que é especialmente o lugar aonde eu vivia e as tias, que na verdade eram as amigas da minha mãe que vinham de um pouco todos os lugares. E me toquei quando cresci que eram apenas amigas da minha mãe, achava antes que eram minhas tias de verdade, mas não, te aprende também que no final as comunidades, é você que inventa. Enfim, me ensinou que na verdade não tem comunidade porque se eu vou ao Ruanda sou branco e se estou na Bélgica sou negro. Então eu realizo que a gente inventa as comunidades, a gente as desfaz e as reconstitui quando nos arranja. E importante saber donde vem, é verdade, mas tem que saber também aonde a gente vai. Em resumo com frases feitas a 2 francos 50 centavos… Mas o que eu queria dizer é simplesmente que o importante é saber quem a gente é. O que a gente quer dizer, o que a gente quer pensar, o resto confesso que quero tanto ir à África que na América Latina, aqui… Eu quero mais é descobrir o outro, em geral.

Steph: Você não conhece o Rio ainda, mas queria te fazer uma pergunta sobre a questão da mestiçagem, que é uma coisa importante na construção da sua personalidade, na sua obra é um tema importante. Pode falar sobre a questão da mestiçagem no Brasil?

Stromaé: Sobre o Brasil, o bacana é que é tão misturado que a gente não sabe mais quem vem donde. Voltamos sobre o que dizia antes, um tipo de comunitarismo. Depois é humano se aproximar das pessoas que parecem com a gente. Mas acho que o Brasil é um bom exemplo de grande, grande mistura. Porque historicamente muito pesado. E porque não tem só aspectos negativos, tem aspectos positivos, que é a mistura. Acho isso muito bom para a saúde mental de se misturar.

Steph: No mesmo tempo, tem essa mistura no Brasil, muito valorizada fora, e tem um racismo extremamente forte.

Stromaé: Me falaram…

Steph: É também difícil para você responder sem sair do hotel. Você é muito apreciado no continente africano. Ja fez shows lá?

Stromaé: Não, enfim sim, mas não na África subsaariana. Iremos. Iremos, em maio/junho, é previsto. Vamos anunciar de maneira mais precisa e o mais rápido possível, mas é previsto. E para voltar sobre o que você falava antes, sobre o racismo no Brasil, eu aprendo, enfim eu podia imaginar. Acho que existe em todos os lugares. Deploro isso. Mas tenho a impressão que a questão é mais social. E triste, mas tudo mundo é racista. Mas tem outro aspecto sobre qual tem que lutar ao quotidiano é o aspecto social. E você tem razão de dizer que tem que sair do hotel para conhecer a realidade, mas tenho pouco tempo. E infelizmente triste. Voltaremos.

Steph: tem que voltar, inclusivo para visitar o bairro da pequena África. Antes de terminar com uma pergunta da Julie que não aprovo, quais são os projetos?

Stromaé: A turnê. Com talvez uma pequena surpresa para o fim da turnê. Mas detesto prometer coisas e não cumprir. Mas espero que vai se realizar porque é muito importante e acho que ja estamos pedidos tem um momento na África e acho importante ir.

Julie: E uma pergunta engraçada, para relaxar… Teu aniversario foi dia 12 de março, você é um jovem de 30 anos, você esta namorando? E você tem um tipo de mulher?

Stromaé: Se eu tenho um tipo de mulher… Acho que tem um negocio natural que a gente vai sempre ao mesmo, mas finalmente vejo que não tem… E sim, eu tenho namorada.

 

FOKN BOIS
Steph fokn bois
Um programa dedicado à dupla Fokn Bois, em complemento da nossa entrevista exclusiva com Wanlov The Kubolor e M3NSA realizada em novembro 2014.



 

Homenagem as mulheres
photo Mario Epanya
credito: Mario Epanya
Um programa homenageando as mulheres do continente africano, sua força e sua beleza com uma programação musical exclusivamente feminina (Angélique kidjo, Myriam Makeba, Césaria Evora, bella Bellow, oumou Sangaré, Gigi Shibabaw, etc…):

 

Ça va danser !!!!
ça va danser
Um programa para dançar sobre os ritmos que esquentam os dancefloors do continente africano e das diásporas!!!

 

Guiné-Bissau
Guine bissau

 

Especial Mukenga
Mukenga

 

Programa Radio Africa convida Stephanie, Salvador, novembro 2013
ConexaoRadioAfrica
Radio Africa Nov2013

Semana da Consciência Negra 2013
SAMSUNG

 

DEMO Conexão Africa:
Conexao Africa demo
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Encontro com a banda Maravilha!
Banda Maravilha dedicace steph
Um programa dedicado à grande banda angolana Banda Maravilha, que esteve no Brasil ao convite da Embaixada de Angola no Brasil para as comemorações da Independencia de Angola, que aconteceu no dia 11 de novembro de 1975. A Banda e fiz shows em Brasilia, São Paulo e em Salvador. É justamente em Salvador que encontrei com eles, um encontro muito festivo com Marito Furtado, Moreira Filho, Miqueias Ramiro, Isaú Baptista, Pirica Duia e Chico Santos, A Banda Maravilha!!!


SAMSUNG

 

“Sem a África, não existiria o Brasil”
afrobras

 

Programa do dia 6 de novembro
pluie-afrique
Dia de chuva no Rio de Janeiro… E vontade de fazer uma viajem suava pelas musicas do continente africano…

 

Destino: Jo´Burg
johannesburg-map
Um programa dedicado à cidade de Johanesburgo, a capital económica da África do Sul:

 

Dionísio Rocha, 60 anos de carreiraDionisio Rocha
Para comemorar seus 60 anos de carreira, o cantor, musico, compositor, pesquisador (e muito mais!!!!) angolano Dionísio Rocha lançou em junho um novo disco: Mulher Angolana. Dedicamos nosso programa de hoje a esse álbum aniversario de uma das maiores figuras da musica angolana:

 

Programa especial Salif Keïta, com entrevista exclusiva
salif keita
Um programa dedicado ao grande artista maliense Salif Keïta, a voz de ouro, com uma entrevista exclusiva do artista para Conexão África! Essa entrevista foi realizada em São Paulo, em junho, aproveitando o show do Salif Keïta no SESC Pompeia, na ocasião da turnê mundial de lançamento do seu ultimo álbum, Talé.
Agradecendo Marcello Lopez, sempre parceiro do projeto Conexão África, que fiz a edição da entrevista, no estúdio da FEBF, em Duque de Caxias, e também o Pablo, aluno em geografia, que teve a gentileza de emprestar sua voz para que a gente pudesse colocar a versão em português da entrevista do Salif Keïta.

 

Programa especial Dia 13 de maio
CARTAZ Marcha2013
Aproveitando a proximidade com o dia 13 de maio de 2013 e os 125 anos da abolição, Conexão África dedica esse programa à questão da escravidão, suas consequências no continente africano e à importância fundamental das populações africanas transferidas a força do continente africano e dos seus descendentes na construção do Brasil.
Aproveitamos também para convidar todos os ouvintes ao evento organizado no dia 20 de maio, na Cinelândia, em comemoração aos 25 anos da grande marcha de 1988.

 

Conexão Africa solidário ao povo maliens
Mali Mapa
Esse programa do dia 23 de janeiro é dedicado a nossos irmãos malienses que estão passando por uma grave crise desde março de 2012. Entre o golpe militar em Bamako e a declaração de independência do norte Mali, invadido grupos islâmicos ligados a Al-Quaida, voltamos sobre os eventos que afetam o Mali e que provocaram a intervenção militar atual. Com muita musica também, Fatoumata Diawara, Salif Keïta, Oumou Sangaré, Tinariwen, etc… E, claro, a musica que inspirou esse programa: Mali-Ko, 40 artistas cantando a favor da paz no Mali:
Solidarité Mali

 

Musicas das Independencias, segunda parte
indépendances 2
Continuando nossa viagem através das musicas das independências, levo vocês agora para a efervescência da Costa do Marfim e do Mali recém-libertados. Um programa com algumas perolas históricas, como, por exemplo, uma gravação do grande sucesso Moussio, precursor da musica moderna na Costa do Marfim, ou do Boubacar Traoré, a voz da independência na Radio Mali, com seu Mali Twist:
Indépendances 2
Contei hoje com a presença do meu grande parceiro e co-DJ da festa Conexão África Marcello para gravar esse primeiro programa Conexão Africa de 2013!
Vamos então aproveitar para desejar um excelente ano novo a todos, com muito AXÉ, saúde, alegrias, amores, amizades… E muita africanidade!!!!!!!!!!!!!!

 

Musicas das Independencias, primeira parte

Esse programa é o primeiro de uma séria dedicada às independências no continente africano. A época das independências foi um momento de criatividade excepcional que viu emergir novos estilos, grandes artistas da musica moderna africana e encontros culturais pan-africanos e internacionais. Como a diva togolesa Bella Bellow, que encantou o continente e o mundo. Ou o incontornável Indépendance Cha-Cha, de Joseph Kabasselé e Vicky Longomba, a musica da independência do antigo Congo belgo e considerada A musica das independências e o primeiro sucesso pan-africano. Togo, Benim, Congos, o Senegal De Senghor ou a Guiné de Sékou Touré, uma viagem no tempo e no espaço:

Musicas das independencias Parte 1

 

Abidjan no fim dos anos 70, inicio 80

Como prometido, tentamos ontem gravar, na radio Kaxinawa, 100.1 FM, nosso programa dedicado à cidade de Abidjan, capital da Costa do Marfim, no final dos anos 70, inicio dos 80, sobre qual ja postei uma materia recentemente. Excepcionalmente, iniciamos o programa com uma artista brasileira, Nega Duda, grande cantora que participou no domingo passado do evento Roda de raízes organizado por Ana Lucia Rabello no morro do Salgueiro. O resto do programa foi meio maluco, as musicas pulando, a internet caindo, fiquei na duvida se ia postar no blog, mas finalmente resolvi colocar assim mesmo, fica até engraçado. Tem que saber rir de todas as situações. Semana que vem gravaremos, em melhores condições (espero), um programa “Musicas de independencia”.
Abidjan

 

Conexão Africa, de volta ao ar na radio Kaxinawa!!!!
Um programa festivo, para comemorar a volta do Conexão África ao ar, agora que a radio kaxinawa 100.1 FM voltou a transmitir! Com uma seleção musical para dançar:
dia1710

 

Africa do Sul

Vamos com esse programa para a África do Sul, com uma seleção musical misturando os clássicos como Miriam Makeba, Hugues Massekela ou Lucky Dube e artistas mais jovens como Lira, Zulu Boy ou Bongeziwe Mabanda.
Escolhemos de falar desse país porque dia 16 de agosto a policia abriu o fogo sobre trabalhadores em greve de uma mina de platina, 34 morreram, foi um choque enorme na África do Sul e no mundo, com imagens filmando o massacre passando em todas as televisões e lembrando tristes eventos da época da apartheid. Mais recentemente, um juiz condenou uns grevistas para esse assassinou, se baseando sobre uma lei datando da época da apartheid. A decisão de justiça chocou a nação inteira e foi cancelada.
Dedicamos esse programa a esses trabalhadores pobres da nação arco-íris.
Africa do sul 050912

 

Encontros musicais

encontros musicais

 

A cene Hip-Hop em Kinshasa (RDC)
Esse programa é excepcional porque, pela primeira vez, Conexão África faz uma parceria com um jornalista de Kinshasa (Republica Democrática do Congo), e não qualquer um, o Narsix, especialista do rap e das culturas urbanas, um dos apresentadores de radio e TV favoritos dos congoleses:
conexao africa 22 8
Mais informações: http://www.baziks.net

 

Me falam de amor (15 de agosto 2012)
parlezmoidamour150812

 

Etiopia:
ethiopia040712

 

Angélique Kidjo
Esse programa é dedicado a grande diva originaria do Benim, Angélique Kidjo, geralmente considerada como uma embaixadora do continente africano.
Conexão África volta sobre a carreira excepcional da cantora, seus primeiros passos, com apenas 6 anos, seus engajamentos, etc… Com muitas musicas e também alguns trechos de uma entrevista que Angélique concedeu a Stéphanie em 2009: Angelique Kidjo270612

 

Cultura oral:

https://conexaoafrica.wordpress.com/2012/04/19/programa-dedicado-a-cultura-oral-18042012/

 

Reggae:

https://conexaoafrica.wordpress.com/2012/04/11/reggae/

 

Baloji, o feiticeiro:https://conexaoafrica.wordpress.com/2012/03/29/programa-especial-baloji/

 

Encontro de raps:https://conexaoafrica.wordpress.com/2012/03/15/programa-especial-rap-entre-raps-africanos-e-brasileiros/

 

“Feliz Dia Mundial da Mulher!”
Conexão Africa festeja o Dia Internacional da Mulher com uma homenagem à todas as mulheres africanas, valorizando sua coragem, sua força e sua importancia como pilar do desenvolvimento do continente.
O programa conta com uma seleção musical exclusivamente feminina, nomes consagrados como as Divas Oumou Sangaré (Mali), Myriam Makeba (Africa do Sul), Brenda Fassie (Africa do Sul) ou Angélique Kidjo (Benin), mas tambem cantoras mais recentes como Sia Tolno (Guiné), Fatoumata Diawara (Mali), Kareyce Fotso (Camarões) ou Emel Mathlouti, a voz da revolução tunisiana.
E como, no blog, podemos tambem alegrar os olhos dos ouvintes, usamos mais uma vez uma das maravilhosas fotos do artista camerones Mario Epanya.

http://blip.tv/file/get/Kaxinawa-MulheresProgramasEspecialDiaInternacional603.ogv

 

Homenagem a Cesaria Evora

O programa Conexão Africa esta de volta! E para começar o ano 2012, escolhemos homenagear a grande diva do Cabo-Verde, a diva dos pés descalços Cesaria Evora, que faleceu em dezembro do ano passado.

http://blip.tv/file/get/Kaxinawa-ProgramaEspecialCesariaEvora464.ogv

 

Programa do dia 30 de novembro de 2011 dedicado as mulheres africanas
copyright foto: Mario Epanya

Um programa dedicado as mulheres do continente africano, com uma seleção musical exclusivamente feminina: Cesaria Evora (Cabo-Verde), Myriam Makeba(África do Sul), Sally Nyolo (Camarões) , Angélique Kidjo (Benin), Gigi Shibabaw (Etiópia), Lura (Cabo-Verde) e Oumou Sangaré (Mali). Esse programa conta também com a entrevista telefônica (a nossa primeira entrevista telefônica na radio Kaxinawa!) de Eliane Borges, coordenadora do site mulheresnegras.org e diretora de comunicação do IPCN.
O programa citou também a excelente exposição que aconteceu na PUC, na ocasião da semana da consciência negra, do fotografo camaronês Mario Epanya, autor das fotos que usamos para ilustrar esse programa.

 

Programa do dia 23 de novembro, uma homenagem do Conexão Africa ao dia da Consciencia Negra:



Senegal:



República Democrática do Congo:

 

Argélia:

 

“Quem são os verdadeiros piratas da Somalia”, com uma seleção musical da Etiopia e da Eritrea

http://blip.tv/canal-interativo-kaxinawa/chifre-da-africa-5682430

 

Camarões

http://blip.tv/canal-interativo-kaxinawa/cameroun-5597735

Diversidade cultural

http://blip.tv/canal-interativo-kaxinawa/diversidade-5579125

 

Homenagem a Fela Kuti, pai do Afrobeat:Programa Fela Kuti

 

Programa especial do dia mundial da Africa, dia 25 de maio 2011

https://conexaoafrica.wordpress.com/2011/09/21/programa-especial-dia-mundial-da-africa
comentários
  1. Alan Hayman disse:

    Estou muito feliz que vocês estou fazendo este blog sobre a música africana. Sou musico e pesquisador de vários estilos de música, especialmente a musica africana desde que veio da África do Sul. Um grande amigo meu, Sergio Natureza, me informou sobre o seu site.

    Também posso sugerir outras artistas se quiser.

    Abraços,
    Alan Hayman.
    Xerém, Duque de caxias.

    • stephanie100africa disse:

      Que otimo Alan! Seja bem vindo no nosso blog, estamos abertos a sugestões, com prazer! Essa semana atualizo mais com artistas do Camarões porque é o tema do nosso programa de amanha, quartaF, na radio Kaxinawa, de Duque de Caxias, 100.1 FM.
      Abraços
      Stéphanie

  2. Ricardo disse:

    Muito bom, revela músicas, artistas, enfim, todo uma cultura que aqui no Brasil não circula muito, não vemos CDs ou DVDs, não aparece nos jornais, na radio, na televisão…
    Pelo menos existe sua conexão africa!!!
    Parabéns

  3. Wilson disse:

    Caríssimo(a)s membros da equipe do Conexão África.
    Parabéns pelo belo trabalho que estão realizando de promover a difusão de informações sobre aspectos das realidades africanas para o público brasileiro, sem dúvida uma atividade da maior relevância, sobretudo tendo-se em consideração o insuficiente conhecimento que se tem no nosso país sobre o continente africano, seus povos e países, a sua história, cultura e situação atual.
    Votos de sucessos.
    Abraços

    • stephanie100africa disse:

      Obrigada Wilson,
      seja bem vindo no nosso blog Conexão Africa, fica a vontade para fazer sugestões!!! Abraços.
      Stéphanie, coord. Conexão Africa

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