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25 de maio

Sem a mãe África, berço da Humanidade, existiria o Brasil?

Sim, mas não seria este Brasil e, no mês de maio, das mães, da África e da abolição da escravidão,  a Biblioteca Parque da Rocinha resolveu juntar em  um grande movimento cultural África mãe, o povo da Rocinha e você, através de  projeções de filmes infantis, palestras, rodas de conversa, exposições, sarau e, no Dia 25 de maio, dia mundial da África, um grande encontro festivo/ multicultural, juntando artistas afro-brasileiros da Rocinha e convidados mostrando suas artes desenvolvidas a partir da  África: samba, hip-hop, jongo, makulêlê, maracatu, slam, desfile de moda afro, Performance do movimento congolês da SAPE (Sociedade dos ambianceurs e pessoas elegantes), capoeira, dramatização da lenda mandinga de Soundjata Keïta, oficina de turbantes, tranças…. e muito mais!!!!!!! Terminando com o tradicional Baile Charme.

Amigos do Conexão África, o pessoal da Biblioteca Parque da Rocinha te espera nessa grande festa da África! IMPERDIVEL!

Aproveitando pra dar uma noticia muito boa: Conexão África, o programa, esta de volta a partir desta segunda-feira, dia 27 de maio, na radio Briza da Rocinha. Assistem!!!!!!!

E ja deixando vocês na onda do Dia Mundial da África na Rocinha, vamos ouvir o maior SAPEUR de todos os tempos, Papa Wemba….

Image result for Libertação e Independência de Angola – Participação da Tanzânia na Independência de Angola

Aproveitando a semana de comemoração em volta do dia 25 de maio, Dia da África, a pesquisadora angolana Fátima Moniz lança hoje seu primeiro livro, “Libertação e Independência de Angola -Participação da Tanzânia na Independência de Angola “, fruta de uma densa pesquisa realizada entre Portugal, Tanzânia e Angola.

O lançamento acontece hoje, dia 24 de maio, as 16h00, na livraria FGV, praia de Botafogo, 190

“Libertação e Independência de Angola -Participação da Tanzânia na Independência de Angola “, Fátima Moniz, 40,00 reais.

Começa hoje: Semana da Africa no espaço SAVANA RIO

Publicado: 23 de maio de 2018 por Stephanie Malherbe em # África
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O espaço Savana Rio e a Africa Arte apresentam a Semana da Africa, A África muito além da Imaginação.

O evento começa hoje, dia 23 de maio, e vai até o dia 26.

O evento contará com palestras, oficinas de turbantes, desfile de moda africana e culinária senegalesa

Professores, consultores e especialistas africanos que optaram por viver no Brasil  mostrarão ao público da África Arte e aos frequentadores do Espaço Savana Rio a África muito além da imaginação.
Entre os participantes terá:
Sokhna Kene Ndiaye: Empresária, co criadora da África Arte e Espaço Savana Rio
Aly Ndiaye, Engenheiro agrônomo, especialista em produção orgânica;
Abdoul Aziz Diene; Engenheiro Civil
Mariama Bã: Atriz e ativista
Sokhna Ndiaye: Economista
Prof. Alain Kally, UFRRJ
Prof. Alfa Oumar Diallo, UFGD
Prof. Papa Matar Ndiaye, COPPE/UFRJ
Prof. Oumar Diene, COPPE/UFRJ
Prof.Ababacar Cissé Ba, UFG
Prof. Mamour Sop Ndiaye, CEFET-RJ

IMPERDÍVEL!

O selo alemão Analog Africa ressuscita a obra do artista Amara Touré com o lançamento de uma compilação de 10 obras do cantor e percussionista guineense que fez carreira nos anos 70 no Senegal, no Camarões e no Gabão.

Chegado no Senegal com apenas 3 anos, Amara Touré  inicia sua carreira no final dos anos 50 no famoso Miami Club de Ibra Sissé e vai rapidamente integrar o Star Band, formação que se tornará uma instituição da música senegalesa. Nos anos 1970, ele se instala no Camarões, onde se produz, em Yaoundé, com o Ensemble Black & White, que faz o maior sucesso na capital com seu repertorio afro-cubano.  Desde 1996, quando ele deixou o orquestra Massako de Libreville, ninguém mais tem noticias do artista, que residia no Gabão desde 1980…

Em 35 anos de carreira nos clubes de Dakar, Yaoundé e Libreville, Amara Touré apenas gravou 4 discos.

Com essa primeira compilação, a obra do artista pan-africano ganha nova vida, pela maior alegria dos amadores de boa musica.

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credito: Mario Epanya

Esse programa é nossa homenagem as mulheres negras, com uma seleção musical pan-Africana integralmente feminina, de Myriam Makeba à Angelique Kidjo, Fatoumata Diawara, Césaria Evora, Sally Nyolo, Oumou Sangaré ou ainda Nancy Vieira:

Programa do dia 22 de julho: Camarões

Publicado: 4 de agosto de 2015 por Stephanie Malherbe em Camarões
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Um programa dedicado ao Camarões, co-apresentado com Carlos Rasta:

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Neste dia 30 de junho, dia de comemoração da independência da Republica Democrática do Congo, Teddy L., um dos netos de Patrice Lumumba, lança o clipe da musica Patrice Lumumba, homenagem a seu avó, depois de ter lançado a musica no dia 17 de janeiro, data aniversario dos 54 anos do assassino do herói da independência da RDC.  Viva Lumumba!

Madiba FOREVER!!!!!!!!!!!!

Publicado: 5 de dezembro de 2014 por Stephanie Malherbe em # África, Africa do Sul
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South Africans Continue To Mourn The Loss Of Their Former President Nelson Mandela
Um ano ja que Madiba se foi… Viva Mandela!


Seun Kuti & Egypt 80 em turnê sul-americana!!!!

Publicado: 18 de setembro de 2014 por Stephanie Malherbe em Nigéria
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Seun

Depois de uma primeira vinda ao Brasil em 2010, Seun Kuti esta de volta para uma turnê sul-americana que levará ele a São Paulo, Po!rto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Buenos Aires para o lançamento do seu ultimo album “A long way to the beginning”.

28/09 : Festival Mês da Cultura Independente – SP
01/10 : Bar Opinião – POA
03/10 : Circo Voador – RJ
04/10 : SESC Palladium – BH
05/10 : Niceto Club – Buenos Aires

“Long Way to the beginning”, terceiro álbum do Seun kuti, filho mais novo do mestre Fela Kuti, foi lançado no inicio de 2014. Um disco na pura tradição do Fela, tanto por seu puro Afrobeat que por sua temática: a independência da África.
Com o falecimento de Fela em 1997, Seun, que, ainda criança, tinha se tornado uma espécie de mascote do Egypt 80, a bando do Fela, se tornou o novo líder do Egypt 80, compondo músicas que protestam contra a situação em que seu continente se encontra.
“Sendo um Africano sou um ser politicamente ativo”.
“O que me inspira é o momento em que eu vivo”, diz Kuti. “Basicamente o que está acontecendo hoje na África são as mesmas coisas que estavam acontecendo há 40 anos, quando meu pai era compositor, mas elas estão acontecendo de forma bem diferente.”

Seun Kuti está determinado a falar com a nova geração de jovens africanos nascidos após dias de glória de seu pai.
“Na África, hoje, a maioria das pessoas estão lutando em silêncio”, diz Kuti. “A opressão sistemática das pessoas tornou-os cegos à sua realidade. Todo mundo está pensando na sobrevivência. Ninguém quer lutar por nada. Então, eu estou tentando fazer as pessoas pensarem sobre coisas que eles estão esquecendo. quero inspirar as pessoas a querer que as coisas mudem. ”
“A música tem grande impacto sobre os sentimentos das pessoas”, diz Kuti. “Isso é o que a música deve ser. A música pop de hoje aborda o eu. Ninguém está cantando sobre nós. Dessa forma nada pode mudar, precisamos olhar para os nossos irmãos e irmãs.”
Seun usa nesta tunê de lançamento de seu novo disco “A long way to the beginning”(co-produzido para o Robert Glasper) o simbolismo do clã Kuti, a imagem recorrente do punho fechado.
Seun assumiu o ritual exatamente e, com o punho fechado, concentrando raiva e determinação suficientes para enfrentar em canções em que compara o continente africano a uma aeronave em perigo conduzida cegamente por alguns cientistas economicos loucos, vai levando o africano à reflexão. Uma expressão de solidariedade, de espírito e aspiração de toda uma geração cansada de ser sacrificada para os interesses e lucros de alguns poucos ricos que em seu novo disco se materializa com a participação de jovens artistas envolvidos, como M1, Blitz, The Ambassador e Nneka.

O ponto de vista do leão, Didier Awadi

Publicado: 17 de julho de 2014 por Stephanie Malherbe em # África, Senegal
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le point de vue du lion
Documentário choque do rapper senegalês Didier Awadi, pioneiro do rap na Africa ocidental e artista engajadissimo!
O titulo do documentário se refere ao ditado africano que diz: “Enquanto os leões não tiverem seus próprios historiadores, as histórias de caça continuarão glorificando o caçador.” Nesse filme, ouvimos a voz do leão: