Posts com Tag ‘afrobeat’

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5 anos depois de Lovely Difficult, Mayra Andrade esta de volta com seu quinto álbum, Manga e com nova sonoridade. Misturando afrobeat, musicas urbanas e musicas tradicionais do Cabo-Verde, Mayra nunca foi tão atual. Cantando em crioulo cabo-verdiano e em português, o álbum foi gravado entre Paris e Abidjan. Para essa renovação, Mayra contou com a colaboração de dois geniais beatmakers do palco musical urbano de Abidjan e Dakar, 2B e Akatché

Instalada em Lisboa desde 2016, a cabo-verdiana nasceu em Cuba por conta do seu pai militar, e morou em vários países, Senegal, Angola, Alemanha, em função das missões do seu padrasto que era embaixador. Esse cosmopolitismo impregna profundamente seu trabalho desde smpre, mas desta vez ela fez mais um passo, vestindo suas melodias cabo-verdianas com sonoridades afro-eletro e afrobeats.

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Em 1989, o nigeriano Sir Shina Peters e sua banda lançam o álbum Ace (Afro Juju Series 1), imenso sucesso na Nigeria. Publicado na CBS e produzido por Laolu Akins, o album é uma fusão original de Afrobeat, Juju e os ritmos Fuji. A musica Afro Juju se destaca em especial, e ficará dominantes nas pistas e nas festas e cerimonias até o final dos anos 90 na Nigeria. Vencedor de vários prêmios, de artista do ano e álbum do ano nos Nigerian Music Awards, Sir Shina Peters marcou a musica nigeriana com esse álbum cult!

3 anos antes, Sir Shina Peters tinha lançado o álbum Sewele, que ganhou no inicio desse ano uma reedição pela editora Strut, disponível em todas as plataformas…

 

Ebo Taylor, o veterano

Publicado: 20 de abril de 2018 por stephanie100africa em # África, Ghana
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Aos 82 anos, o lendário compositor, arranjador e musico ganense Ebo Taylor lançou um novo álbum no inicio desse ano, Yen Ara.

Redescoberto por DJs de Hip Hop em 2010 depois de 20 anos longe da musica, o veterano que eletrificou o Highlife nos encanta mais uma vez com essa perola de ritmos.

Nascido em 1936, Ebo Taylor se torna musico professional aos 19 anos e participa dos grandes momentos da musica ganense e do movimento Highlife, que ele moderniza. Nos anos 60, em Londres, ele frequenta Fela Kuti, o que faz dele uma ponte entre o highlife e o afrobeat. Ebo Taylor sempre procura renovar, misturando composições tradicionais e elementos de jazz, funk, afrobeat… Verdadeiro mito em Gana, ele vai alcançar oreconhecimento internacional que ele merece só depois da sua redescoberta em 2010.

Com esse ultima álbum, ele nos leva, acompanhado do seu grupo The Saltpond City Band numa efervescência de ritmos e de polirritmias funkys e enfeitiçador.

Gravado em Amsterdã com Justin Adams e o melhor da nova geração de músicos ganenses, esse álbum é a consagração do genial Ebo Taylor.

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Na família Kuti, chamo o irmão mais velho, Femi. Ele também lançou um novo álbum nesse inicio de ano 2018, denunciando a corrupção e com uma mensagem de unidade: One people, one world.

Herdeiro mais velho do mestre Fela, Femi, como Seun, é um dos principais embaixadores do Afrobeat pelo mundo, mas um afrobeat diferenciado, imprimindo seu próprio estilo.

Ele que começou tocando no grupo do seu pai, o mítico Egypt 80 (hoje sob a direção do filho mais novo do Fela, Seun), e até chegou a assumir a direção do grupo numa ocasião que Fela foi preso, deixou o grupo para poder se sentir ele mesmo,  Femi Anikulapo Kuti

Com seu próprio grupo, Positive Force, Femi leva o afrobeat numa outra dimensão, a dimensão Femi…

Mas sem renegar a herança paterna, ele que assumiu o mítico clube do Fela em Lagos, o Shrine…

Vamos combinar, entre Seun e Femi, cada um numa direção diferente, Seun se inscrevendo mais no puro estilo Fela e Femi num afrobeat revisitado, o clano Kuti continua espalhando a herança paterna pelo mundo.

Seun Kuti, toujours engagé, sort son quatrième album.

Black Times, quarto álbum do filho mais novo do mestre Fela Kuti, denuncia as elites corruptas e chama a juventude africana a mergulhar na sua Historia.

A capa já anuncia o conteúdo do disco… Um retrato do Seun Kuti em preto e branco com o chapéu de Thomas Sankara, os óculos de Patrice Lumumba e Malcom X  e o cigarro do Che Guevara…

Seun, o ativista, segue os passos do seu pai.

Com 35 anos de idade, Seun, que herdou do ultimo grupo do seu pai, o Egypt 80, continua a luta do Fela através do  afrobeat.

Com participação de Carlos Santana na faixa titulo Black Times, Seun não se cansa de denunciar às mentiras da elite nigeriana, a corrupção, a fuga dos cérebros e pede para a juventude do continente olhar para a historia dos grandes lideres pan-africanos em vez de se deixar seduzir pelo materialismo.

Fela Kuti

Na ocasião das comemorações do aniversario do Mestre Fela Kuti, pai do afrobeat e grande ativista politico, que acontecem no mundo inteiro no dia 15 de outubro, Conexão África consagrou um programa ao Fela:

Apresentação: Stéphanie Malherbe

Produção: Stéphanie Malherbe (Conexão Africa) e Bira Tomé (Radio Viva Rio)

Novo clipe de Seun kuti

Publicado: 1 de março de 2016 por stephanie100africa em # África, Nigéria
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O príncipe do Afrobeat Seun Kuti, filho mais novo do rei Fela, lança o clipe Black Woman (musica do seu ultimo disco A long Way to the beginning. Musica engajada homenageando a mulher negra, o clipe foi filmado no Brasil pelos diretores Pedro Rajão e Micael Hocherman com elenco brasileiro:

 

Seun talvez volte esse ano para fazer show no Brasil, vamos torcer!!!!