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Polyrythmo Madjafalao.pngO Tout-Puissant Orchestre Polyrythmo esta de volta com um novo álbum, Madjafalao, que será lançado no dia 21 de outubro na Europa e uma turnê de lançamento entre outubro e novembro. Infelizmente ainda não tem turnê prevista no Brasil… apesar do imenso desejo do Orquestro de voltar pra cá… Vamos tentar movimentar essa vinda???

Madjafalao, o Polyrythmo fala da evolução da sociedade beninense e da complexidade das relações amorosas.

Para esperar até o lançamento do álbum (Vincent Ahehehinno, cantor e porte-voz do grupo, me prometeu mandar uma musicas, vamos torcer!!!… ), descobrem o novo clipe do TP Orchestre Polyrythmo de Cotonou, Madjafalo, muito bom!

Redescobrem também nossa entrevista exclusiva realizada em São Paulo em outubro 2015:

https://conexaoafrica.com/2015/10/02/programa-do-di-29-de-setembro-t-p-orchestre-polyrythmo-de-cotonou/

Steph e Polyrythmo

Um programa dedicado ao mítico Tout Puissant Orchestre de Cotonou e ao seu vodou-funk:

E re-encontram aqui tambem a entrevista que o Polyrythmo nos concedeu o ano passado:

Steph e Polyrythmo

O mítico Todo Poderoso Orchestre Polyrythmo de Cotonou realizou um show único em São Paulo no final de outubro. Conexão África aproveitou a ocasião: pulamos num avião para assistir o show e realizar uma entrevista exclusiva com Vincent D. Ahehehinnnou (cantor e Porta-voz), Bentho Gustave Eustache alias Titiou (arranjador, compositor e chefe de orquestre) e Augustin Pierre Loko (Sax/Percussions), os 3 membros originais ainda vivos do grande Orquestra do Benim. Trés seres de luz, um momento muito especial para mim…]Falaram da historia do orquestra, da sua relação com o Brasil, dos seus projetos… Lindo encontro!!
Um agradecimento especial ao artista brasileiro e amigo do Conexão África Ricardo Vilas que filmou essa entrevista.

Steph e Polyrythmo

Em breve no Conexão Africa: entrevista exclusiva com Vincent Ahehehinnou, Bentho Gustave Eustache e Augustin Pierre Loko, os três membros fundadores do Tout-Puissant Polyrythmo ainda presentes!!!!!

Polyrythmo de Cotonou: a lenda do Benim em show único no Brasil!


O Todo poderoso Orchestre Polyrythmo de Cotonou estará em São Paulo no domingo 28 de setembro para um show excepcional para o mês da cultura independente. O show, grátis, acontecerá as 16h00 no Vale do Anhangabaú e será seguido por um intervalo animado pela Festa Fela com os DJs Haru, MZK, RamiroZ e Vini Marson e , as 18h00, o show do gigante da Nigeria, Seun Kuti, que esta fazendo uma turnêe sul-americana e se junta ao orquestra Egypt 80, o mítico orquestra do seu pai Fela Kuti. Imperdivel!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!111

Grupo mítico da cena musical beninense e africana dos anos 60 e 70, o Tout –Puissant Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou tinha caído no silencio, até seu encontro com Elodie Maillot, jornalista francesa levou eles pelo mundo e produziu seu novo álbum, Cotonou Club, lançado em 2011.
Nos anos 70, o grupo inflamava o Benim com seu som tudo poderoso. Funk, soul, afrobeat, salsa, o grupo toca todos os estilos, por isso se chama poly-rythmo. Com seus 11 membros, o grupo, nascido na efervescência da independência, conquistou a África toda com seus “poly-rythmos” e tocou também com Fela ou Myriam Makeba, os monstros sagrados da musica africana. Portanto, anos depois, o grupo mais antigo e mais prolífico do continente africano, com seus 42 anos de existência e seus 500 discos gravados, parecia ter sumido, caído no esquecimento…
Em 2007, Elodie encontra os sobreviventes do grupo Poly-Rythmo para entrevistar eles. Uma vez o microfone desligado, o Tudo Poderoso faz um pedido a ela: “Você será nossa empresária e nos levara em turnê fora da África”. O grupo, apesar do seu grande sucesso antigo, nunca tinha saído do continente…
Elodie cumpriu sua promessam alem das esperanças, levando o grupo aos 4 cantos da planeta, de Paris a Nova York, passando pelo Brasil ou pelo Canada….
E em 2011, depois de 25 anos de quase silencio, foi o lançamento do seu novo álbum, Cotonou Club, do nome do programa que Elodie tinha gravado com o Todo Poderoso em 2007. Com regravações de antigos hits e novas composições, o álbum perpetua a receita magica do grupo com seu groove funk, soul e afro-beat… O disco conta também com a participação da grande Diva do continente africano, a beninesa Angélique Kidjo, e da jovem esperança da World Music, a cantora maliense Fatoumata Diawara.

Mais informações sobre o Tout Puissant Orchestre de Cotonou: http://www.polyrythmo.com/
E sobre os shows de domingo 28 de setembro: http://www.culturaindependente.org/noticias/160/


Gangbé, que significa “som do metal” em língua fon, tem um estilo único. Enraizados nas tradições beninesas e voltados pelo futuro, o grupo opera uma fusão surpreendente entre o jazz e a musica tradicional do Benin, sem esquecer uma curiosidade pelas musicas dos países que eles atravessaram durante suas turnês.
O grupo Gangbé Brass Band nasceu em 1994, a partir do encontro de 8 músicos benineses que se juntaram para criar essa fusão que liga o passado ao futuro afim de valorizar a originalidade da musica do Benin.
Em 1997, a carreira do grupo vai se ampliar depois de uma participação a um show da Angélique Kidjo. Vai ser o inicio de uma rica carreira internacional, tanto na África que na Europa ou nos Estados Unidos.
O grupo vai então, em 2001, gravar seu primeiro álbum, Togbé, seguido em 2004 pelo disco Whendo e, em 2008, Assiko,
Além de uma energia rítmica contagiosa, o grupo se destaca também pelos textos das suas musicas, textos engajados, que falam da escravidão (como na musica La porte du Non Retour, a porta da não volta), das injustiças, do sofrimento das mulheres, etc…
Descobrem aqui alguns trechos do Gangbé Brass band:
Sala Malekoum (álbum Assiko, 2008):
E uma homenagem ao grande Fela Kuti, Rememeber Fela (álbum Whendo, 2004):


Grupo mítico da cena musical beninesa e africana dos anos 60 e 70, o Tout –Puissant Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou tinha caído no silencio, até seu encontro com uma jornalista francesa que levou eles pelo mundo e produziu seu novo álbum, Cotonou Club, lançado em 2011.
Nos anos 70, o grupo inflamava o Benim com seu som tudo poderoso. Funk, soul, afrobeat, salsa, o grupo toca todos os estilos, por isso se chama poly-rythmo. Com seus 11 membros, o grupo, nascido na efervescência da independência, conquistou a África toda com seus “poly-rythmos” e tocou também com Fela ou Myriam Makeba, os monstros sagrados da musica africana. Portanto, anos depois, o grupo mais antigo e mais prolifico do continente africano, com seus 42 anos de existência e seus 500 discos gravados, parecia ter sumido, caído no esquecimento…
Em 2007, por acaso, Elodie Maillot, uma jornalista francesa, descobre, em Paris, uma das raras reedições de álbum do grupo e resolve ir até Cotonou para entrevistar o Tudo Poderoso. Mas chegando lá, não encontra, quase não tem mais bars musicais, se as pessoas se lembram do nome do grupo, nenhuma pista permite de encontrar eles… Ela tenta então uma ultima tentativa: a festa da independência, na cidade de Abomey, perto de Cotonou. E lá que Elodie encontra os sobreviventes do grupo Poly-Rythmo, tocando na comemoração.
A entrevista é marcada para o dia seguinte. O Tudo Poderoso faz então um pedido a ela: “Você será nossa empresária e nos levara em turnê fora da África”. O grupo, apesar do seu grande sucesso antigo, nunca tinha saído do continente…
Elodie cumpriu sua promessa, levando o grupo aos 4 cantos da planeta, de Paris a Nova York, passando pelo Brasil ou pelo Canada….
E em 2011, foi o lançamento do seu novo álbum, depois de 25 anos de quase silencio. Com regravações de antigos hits e novas composições, o álbum perpetua a receita magica do grupo com seu groove funk, soul e afro-beat… O disco conta também com a participação da grande Diva do continente africano, a beninesa Angélique Kidjo, e da jovem esperança da World Music, a cantora maliense Fatoumata Diawara.

Mais informações: http://www.polyrythmo.com/