Posts com Tag ‘conexao africa’

Manu Dibango 85 anos!

Publicado: 13 de dezembro de 2018 por stephanie100africa em # África, Camarões
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A lenda da musica africana, gigante Manu Dibango comemorou ontem (dia 11) em Paris seus 85 anos, com um show homenagem repleto de amigos. Entre os artistas presentes: Valerie Ekoumé, Flávia Coelho, Mariana Ramos, Lokua Kanza, Manou Gallo, Ray Lema, Fabrice Di Falco, Salle John, Brice Wassy…

Parabéns ao grande Manu, que nos tivemos a oportunidade de entrevistar em 2016, na ponte entre Niteroi e Rio de Janeiro…:

https://conexaoafrica.com/2016/03/29/entrevista-exclusiva-do-manu-dibango/

fokn bois

A dupla ganense Fokn Bois anuncia novo álbum, « Afrobeat LOL »para inicio de 2019 e já revela novo single, « Wo Nim Mi », literalmente: “Agora vocês pretendem me conhecer porque eu consegui, se refere ao sucesso do grupo e as pessoas que poderiam ter ajudado, mas não ajudaram.

Composto por M3NSA e Wanlov the Kubolor, Fokn Bois é um dos grupos mais originais do palco africano.

Um grupo que Conexão África teve a alegria de entrevistar alguns anos atrás, aproveitando sua presença no Rio de Janeiro para mostrar suas duas comedias musicais, Coz ov Moni 1 e 2, as primeiras comedias musicais em pidgin… Aqui vai a entrevista em duas partes, filmada pelo próprio Wanlov:

Pierre Akendengue: A cor da África

Publicado: 6 de dezembro de 2018 por stephanie100africa em # África, Gabão
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O veterano da musica gabonesa Pierre Akendengue esta de volta com seu vigésimo primeiro álbum, “La couleur de l´Afrique” (A cor da Africa), lançado pela editora Lusafrica.44 anos depois do seu primeiro álbum, Nandipo, Pierre Akendengue lança um álbum de 4 faixas, verdadeira declaração de amor ao continente africano.Nascido em 1943 em Awuta, no Gabão, o cantor, musico e poeta canta o amor do seu continente e o pan-africanismo. Nesse disco, o poeta conjuga lirismo e politica, com sua doce voz e suas melodias melosas que parecem colocar como um bálsamo nos corações feridos pelas guerras e pelas exações. Cantando em francês e em Myéné, sua língua natal, Akendengué convida ao pan-africanismo e a uma viagem transversal pelo continente. A faixa “Lettre à Laurent Gbagbo” adota um tom militante e reivindicativo, enquanto a canção “Deux-Mocrates” retoma o famoso “J´Accuse” do escritor francês Emile Zola.Musico, poeta, militante, Pierre Akendengue confirma com esse álbum seus talentos de observador atento do seu continente. E revela as cores da África.

 

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A rainha do Afro Groove Manou Gallo apresenta seu novo álbum, Afro Groove Queen, produzido por Bootsy Collins com participações especiais de Bootsy Collins . Chuck D, Zap Mama & Manu Dibango entre outros.

Cantora, baixista e percussionista, Manou Gallo nasceu e cresceu em Divo, na Costa do Marfim. Em 1980, com apenas 8 anos, ela pede pra aprender a tocar tambor, um instrumento geralmente reservado aos homens.

Sua carreira começa verdadeiramente quando ela tem 12 anos, quando ela integra a banda teatral infantil Woya e sobe no palco pela primeira vez. Até 1989, a tropa faz turnês no Burkina Faso, Benim, Togo, Mali, e grava 4 álbuns.

Em 1990, com o fim de Woya, Manou se instala em Abidjan, onde se apaixona pelo baixo. Là, a jovem artista integrará a aldeia artística Ki-Wi_Mbock, alto lugar de formação multi-artistica.

Em 1997, Manou integra o grupo belgo-congolês feminino Zap Mama. Na Europa, ela também participará da aventura dos Tambours de Brazza.

Em 2001, Manou Gallo cria seu próprio grupo, Djiboi, e lança seu primeiro álbum, Dida, em 2005, seguido de Manou Gallo em 2007 e Lowlin em 2010.

8 anos depois de Lowlin, Manou Gallo esta de volta com seu quarto álbum, Afro Groove Queen, realizado com a cumplicidade do lendário artista e produtor americano Bootsy Collins, ex- baixista do James Brown.

Um álbum com 13 faixas musicais gravadas no estúdio de Bootsy  em Sacramento, verdadeiro encontro do groove africano e do funk americano.

Além da presença forte de Bootsy Collins, o álbum conta com vários convidados, como Manu Dibango, ou ainda Chuck D (public Enemy), entre outros. Respeitosa das suas raízes e dos pioneiros da musica marfinense contemporânea, Manou faz também uma linda homenagem a Ernesto Djédjé, o criador do ziglibithy, ritmo que antecipou o Zouglou e o Coupé Décalé.

 

 

 

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A diva malinesa Fatoumata Diawara lança um novo clipe extraído do seu secundo álbum Fenfo (Tenho alguma coisa para dizer) lançado em maio passado.

O clipe ilustra a musica Bonya (Respeito) onde ela expressa que o valor mais importante que devemos defender é o respeito.

Atriz e cantora, Fatoumata Diawara canta em Bambara e incarna o combate pela emancipação das mulheres, contra a escravidão e por um continente africano carregado de esperança.

Em março desse ano, Fatoumata ja tinha anunciado o lançamento do álbum Fenfo com a divulgação do sublime clipe Nterini (Meu amor, meu confidente), que fala sobre a dor da separação ressentida pelos migrantes.

 

Cantor, compositor, guitarrista, o artista congolês com cidadania são-tomense radicado em São Paulo esta de volta com o álbum Espoir (Esperança), verdadeira perola musical, onde ele expressa toda sua diversidade musical aguerrida nas suas duas pátrias, a Republica Democrática do Congo (sua pátria de origem) e São Tomé e Príncipe (sua pátria de adoção) e nas suas viagens pelo Gabão, Indonésia, África do Sul, Cabo-Verde e Brasil.

O álbum esta disponível no Brasil, distribuído pela Tratore.

Les Tambours de Brazza - Kongo

Reunidos em volta do baterista Emile Biayenda, os Tambours de Brazza estão de volta com um novo álbum, Kongo, um novo espetáculo, Kikulu, e, claro, seus ngomas, esses tambores tradicionais bantos.

Do nome do antigo império Kongo, o novo álbum dos Tambours de Brazza, mais rock que os precedentes, com mais cantos e sons de guitarra pra acompanhar as percussões.

Para citar Francis Lassus: “Os Tambours de Brazza são os filhos do rio, eles tocam o fluxo da sua correnteza perpetua. Eles são também os filhos do sol, da sua brasa que esquenta Brazza”. E essa visão que temos quando se escuta Kongo.

Para conseguir esse novo som Afrorock, Emile convidou jovens artistas de , que vieram com uma outra energia, outras pulsações.

Se renovando sempre, o grupo da Republica do Congo nos surpreende com o novo album e o novo espetáculo, onde o canto esta muito presente, respondendo as percussões e aos instrumentos modernos que fizeram o sucesso do grupo desde sua fundação em 1991.