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Cantor, compositor, guitarrista, o artista congolês com cidadania são-tomense radicado em São Paulo esta de volta com o álbum Espoir (Esperança), verdadeira perola musical, onde ele expressa toda sua diversidade musical aguerrida nas suas duas pátrias, a Republica Democrática do Congo (sua pátria de origem) e São Tomé e Príncipe (sua pátria de adoção) e nas suas viagens pelo Gabão, Indonésia, África do Sul, Cabo-Verde e Brasil.

O álbum esta disponível no Brasil, distribuído pela Tratore.

Les Tambours de Brazza - Kongo

Reunidos em volta do baterista Emile Biayenda, os Tambours de Brazza estão de volta com um novo álbum, Kongo, um novo espetáculo, Kikulu, e, claro, seus ngomas, esses tambores tradicionais bantos.

Do nome do antigo império Kongo, o novo álbum dos Tambours de Brazza, mais rock que os precedentes, com mais cantos e sons de guitarra pra acompanhar as percussões.

Para citar Francis Lassus: “Os Tambours de Brazza são os filhos do rio, eles tocam o fluxo da sua correnteza perpetua. Eles são também os filhos do sol, da sua brasa que esquenta Brazza”. E essa visão que temos quando se escuta Kongo.

Para conseguir esse novo som Afrorock, Emile convidou jovens artistas de , que vieram com uma outra energia, outras pulsações.

Se renovando sempre, o grupo da Republica do Congo nos surpreende com o novo album e o novo espetáculo, onde o canto esta muito presente, respondendo as percussões e aos instrumentos modernos que fizeram o sucesso do grupo desde sua fundação em 1991.

O rei do Coupé Décalé voltou hoje na Costa do Marfim para comemorar a independência do seu país. Muitos dos seus fãs, que ele chama de chineses por causa do seu impressionante numero, esperavam ele no aeroporto.

Rei da comunicação e das redes sociais, que ele administra pessoalmente, o artista que começou como DJ ainda criança, depois de sair da casa dos seus pais, conta hoje com milhares de fãs.

Filho da cantora Tina Glamour e do musico e técnico do som Pierre Houon, Ange Houon do seu nome esta preparando um novo disco para o final de 2018, o que ele anuncia falando na sua pagina facebook: “Abidjan será destruído este primeiro de janeiro 2019”…

 

Jupiter OKWESS2016 1150859 (c) Florent De La Tull
Em agosto, o SESC São Paulo receberá shows de JUPITER&OKWESS: 
23/08 no Festival Sesc Jazz / Sesc Birigui
25/08 no Festival Sesc Jazz / Sesc Campinas
26/08 no Festival Jazz na Fábrica / Sesc Pompéia

Na ocasião do lançamento do seu novo álbum Kin Sonic, Jupiter esta em turnê internacional e se apresentará em agosto pro publico de São Paulo.

Revelado em 2006 pelo filme “A dança de Jupiter”, o General rebelde esta de volta com um segundo álbum, Kin Sonic, uma janela vibrante da capital congolesa, a” força, o espelho, o pulmão da republica Democrática do Congo, esse canto que reúne toda a diversidade das etnias do país”.

Na terra da rumba, Jupiter é um artista atípico, valorizando sempre a imensa riqueza do seu pais, povoado por 450 etnias, cada uma delas contando com 10 a 15 ritmos diferentes. São todos esses ritmos que Jupiter quer representar numa festa eletrificada.

Contando o dia dia, denunciando as injustiças, Jupiter, porta-voz do seu bairro, Lemba, luta no nome dos oprimidos.

Seu primeiro disco, Hotel Univers (2013), leva Jupiter ao reconhecimento internacional.

Com esse novo álbum cantado em lingala, tetela, mongo, tsiluba, ekonda ou ainda em francês, a língua do ex-colonizador,  Jupiter e seu grupo Okwess transcendam os ritmos do Congo, banhando eles de modernidade, e nos leva em transe… Mais que nunca, Jupiter nos leva numa dança irresistível!

Koko Dembélé: reggae made in Mali

Publicado: 26 de julho de 2018 por stephanie100africa em # África, Mali
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Pilar do reggae malinense ha 25 anos, Koko Dembélé lançou em 2017 Tiéba, seu quinto álbum, com a ajuda da Fundação Passerelle, montada em Bamako pela cantora Rokia Traoré. Com esse novo álbum, Koko alcança uma dimensão internacional bem merecida.

Nascido em 1954 numa familia de griôs, Koko Dembélé é originário de Mopti, no Mali. Criança bobo, ele foi  banhado nas culturas Peul, Dogon e Bozo. Com apenas 7 anos, ele se inicia a percussão e viaja a descoberta das diversas tradições orais do seu país. Em 1976, o jovem Koko Dembélé integra o prestigioso orquestra Dogon “Kanaga de Mopti” do grande Sorry Bamba, o mestre de musica de Amadou Hampaté Bâ. O que incita Koko a dizer que ele é aluno do celebro defensor da tradição oral africana e autor de Amkoullel.

Koko deixa o Kanaga em 1986 e se instala em Abidjan, a cidade onde tem que estar na década de 80. Là, ele conhece o arranjador Boncana Maïga. Dessa colaboração saíra o álbum Baguiné(1992), com a faixa Amagni, que terá imenso sucesso no continente africano e no Brasil, onde ganhará uma versão gravada por Olodum.

Ele gravará mais dois álbuns, em 1998 e 2003, e um em 2005, em Bamako (Mali), com o apoio de Tiken Jah Fakoly, que empresta estúdio e músicos durante uma noite.

Cantando em bambara, dogon, bozo, songhaï ou mais raramente em francês, Koko defende a dignidade e a honestidade, e inspira as jovens gerações, pelo seu talento e pelas suas reflexões.

 

Mandela 100 anos: Madiba forever!

Publicado: 18 de julho de 2018 por stephanie100africa em # África, Africa do Sul
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Hoje Nelson Mandela completaria 100 anos! E a nossa homenagem ao Madiba é com musicas…

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Foto: Leo Zulluh LZ

O artista angolano Ndaka Yo Wiñi lançara em Angola seu primeiro álbum físico em agosto: Olukwembo.

O álbum foi produzido em Angola, Portugal, Senegal e França.

O álbum é fruto de uma busca da identidade cultural e integridade social, num universo ilimitado, acima de tudo Ubuntu.

A obra terá 11 faixas musicais, todas cantadas na língua nacional Umbundu, e contou com participação da mãe do cantor, Madalena Kassapi, com quem cantou a música que dá título ao álbum, e o grupo Ballet Tradicional Kilandukilu.