Posts com Tag ‘conexao africa’

Mandela 100 anos: Madiba forever!

Publicado: 18 de julho de 2018 por stephanie100africa em # África, Africa do Sul
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Hoje Nelson Mandela completaria 100 anos! E a nossa homenagem ao Madiba é com musicas…

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Foto: Leo Zulluh LZ

O artista angolano Ndaka Yo Wiñi lançara em Angola seu primeiro álbum físico em agosto: Olukwembo.

O álbum foi produzido em Angola, Portugal, Senegal e França.

O álbum é fruto de uma busca da identidade cultural e integridade social, num universo ilimitado, acima de tudo Ubuntu.

A obra terá 11 faixas musicais, todas cantadas na língua nacional Umbundu, e contou com participação da mãe do cantor, Madalena Kassapi, com quem cantou a música que dá título ao álbum, e o grupo Ballet Tradicional Kilandukilu.

Touré Kunda: 40 anos de carreira!

Publicado: 9 de julho de 2018 por stephanie100africa em # África, Senegal
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Senegalese pop mavericks Touré Kunda announce first album in 10 years, Lambi Golo

Os irmãos elefantes Touré Kunda comemoram seus 40 anos de carreira com o lançamento de um novo álbum, Lambi Golo, homenagem aos lutadores senegaleses. O disco, mistura de mbalax, ritmos da Casamance, funk, pop rock e reggae, é um convite aberto a dançar e sonhar.

 

Com o lançamento do seu novo álbum Kin Sonic, Jupiter esta em turnê internacional e cogita uma ida ao Brasil em agosto, com shows confirmados dias 23 e 24 de agosto no SESC em São Paulo!

Revelado em 2006 pelo filme “A dança de Jupiter”, o General rebelde esta de volta com um segundo álbum, Kin Sonic, uma janela vibrante da capital congolesa, a” força, o espelho, o pulmão da republica Democrática do Congo, esse canto que reúne toda a diversidade das etnias do país”.

Na terra da rumba, Jupiter é um artista atípico, valorizando sempre a imensa riqueza do seu pais, povoado por 450 etnias, cada uma delas contando com 10 a 15 ritmos diferentes. São todos esses ritmos que Jupiter quer representar numa festa eletrificada.

Contando o dia dia, denunciando as injustiças, Jupiter, porta-voz do seu bairro, Lemba, luta no nome dos oprimidos.

Seu primeiro disco, Hotel Univers (2013), leva Jupiter ao reconhecimento internacional.

Com esse novo album cantado em lingala, tetela, mongo, tsiluba, ekonda ou ainda em francês, a língua do ex-colonizador,  Jupiter e seu grupo Okwess transcendam os ritmos do Congo, banhando eles de modernidade, e nos leva em transe… Mais que nunca, Jupiter nos leva numa dança irresistível!

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O coletivo Bénin International Musical – o BIM – nos leva numa imersão total na extraordinária efervescência criativa do Benim, antigo Dahomey.

Associando ritmos vodus, cantos tradicionais com musicas elétricas pimentadas e grooves modernos, o coletivo de artistas beninenses nos leva numa viagem as fontes beninesas de todas as musicas modernas.

Nascido 5 anos atrás sob a impulsão do produtor francês Jérome Ettinger, o nascimento do BIM é fruta de um casting gigantesca realizado com a ajuda dos beninenses Aristide Agondanou e Sergent Marcus em todo o território desse país onde a musica é omnipresente, fosse nos lugares de cultos vodus, nas igrejas evangélicas, nas discotecas, etc… O resultado é uma mistura original, sincrética.

Um disco é para ser lançado em breve….

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Pioneiro do reggae marfinense e do reggae da Africa francophone, o Serges Kassy nasceu em 1962 no bairro de Treichville em Abidjan, na Costa do Marfim. O sargento, como é chamado com carinho, criou seu primeiro grupo em 1980, os Roots. Entre 1980 e 1989 de vários concursos musicais organizados pela radio e pela televisão marfinenses.

Em 1990, Serges Kassy grava seu primeiro álbum, “I´m proud”, que encontra imenso sucesso na Costa de Marfim com 100 000 exemplares vendidos no mercado oficial e em torno de 300 000 no mercado paralelo, uma das melhores vendas daquele ano. Serges Kassy se torna o ídolo da juventude.

Laureado do melhor clipe africano nos African Awards em 1990 com “John Bri”, Serges Kassy lança vários sucessos como Cabri mort, jésus, Mougou man e Au nom de Dieu

Na mais pura tradição do reggae de Burning Spear, Peter Tosh ou Bob Marley, o artista engajado acorda um lugar preponderante ao recado.

Muitos dos seus refrães, que ilustram cenas do dia dia, se tornaram expressões populares na Costa do Marfim.

Sensível aos problemas dos jovens do gueto, ele canta a causa do povo negro, suas dores, suas esperanças, suas revoltas…

Apoiador do ex-presidente marfinense Laurent Gbagbo, ele vive na França desde sua destituição e os violentos conflitos que seguiram em 2011, se considerando um exilado. Em 2017, lançou um novo álbum, o primeiro desde seu exilio, Loin des Miens (longe dos meus), nos mercados marfinense e europeu.

 

 

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O artista cabo-verdiano e ex-ministro da cultura do cabo-Verde Mario Lucio esta em Tour no Brasil no mês de maio!

Originário de Tarrafal, na ilha de Santiago, em Cabo-Verde, Mario Lucio demostrou muito cedo, aos 6 anos, sua grande criatividade, e com 12 anos já tocava vários instrumentos, compunha e escrevia poesias. Com 14 anos, ele já era considerado como um dos maiores músicos da sua geração, sendo parte de banda Abel Diassi, que introduziu arranjos sofisticados na musica tradicional.

Cantor, compositor, arranjador e produtor musical enquanto musico, Mario Lucio é uma referencia da musica cabo-verdiana.

Suas obras já foram gravadas por vários artistas como, entre outros: Cesária Évora, Mayra Andrade, Zeca de Nha Renalda (Cabo Verde), Manu Dibango (Camarões) Touré Kunda (Senegal), Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Milton Nascimento (Brasil), Pablo Milanes (Cuba), Mario Canonge e Ralph Tamar (Martinica), Maria João, Mário Laginha, Luís Represas, Pedro Joia (Portugal) Toumani Diabate (Mali), Harry Belafonte (EUA), Olivier Mtukudzi (Zimbabwé).

Mario Lucio já fez shows em vários países do mundo, na Europa, na América, na Ásia, além da continente africano.

Artista prolifico, Mario lucio é também escritor e poeta.

Licenciado em Direito, Mario Lucio tem também uma trajetória politica no Cabo-Verde, que o levou a ser Ministro da cultura entre 2011 e 2016.

Em turnê no Brasil, Mario Lucio fará uma palestra no dia 11 de maio na Biblioteca Nacional, dentro da densa programação promovida pela BN entre dia 8 e dia 12 de maio para marcar os 130 anos da Abolição da Escravatura no Brasil.

Ele fará também uma serie de shows pelo Brasil, com um show no Teatro Municipal do Rio de janeiro no simbólico dia 25 de maio, dia da África!