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Como prometido, tentamos ontem gravar, na radio Kaxinawa, 100.1 FM, nosso programa dedicado à cidade de Abidjan, capital da Costa do Marfim, no final dos anos 70, inicio dos 80, sobre qual ja postei uma materia recentemente. Excepcionalmente, iniciamos o programa com uma artista brasileira, Nega Duda, grande cantora que participou no domingo passado do evento Roda de raízes organizado por Ana Lucia Rabello no morro do Salgueiro. O resto do programa foi meio maluco, as musicas pulando, a internet caindo, fiquei na duvida se ia postar no blog, mas finalmente resolvi colocar assim mesmo, fica até engraçado. Tem que saber rir de todas as situações. Semana que vem gravaremos, em melhores condições (espero), um programa “Musicas de independencia”.
Abidjan


Daouda, com sua musica sentimental cheia de humor, é um artista intemporal.
Portanto, o jovem técnico nunca tinha previsto essa carreira de cantor. É por acaso que seus colegas da televisão nacional da Costa do Marfim descobrem em 1976 seus talentos de cantor e o convidam a participar de programas de variedade. O sucesso é imediato e o diretor de programa da TV de então, Georges Tai Benson, resolve gravar o primeiro álbum do Saouda, com a musica “Gbakas d´Abidjan”, um enorme sucesso que ultrapassa as fronteiras da Costa do Marfim ! Vem depois, em 1977, o secundo álbum “Le villageois”, que comporta títulos como “Bouquet de Fleur” ou “Mon coeur balance”, sucessos em todo o continente africano. O publico passa então a chamar ele de Daouda o sentimental.
Começa então verdadeiramente a carreira internacional do Daouda, com muitos albums de sucesso.
Em 1985, é a consagração no meio da musica africana moderna, com o disco “La femme de mon patron” (a mulher do meu patrão), que conta com a participação dos melhores músicos camaroneses da época, tal como Toto Guillaume e Jules Kamga.
Descobrem aqui o remix do titulo “La femme de mon patron”, uma perola de humor a moda Daouda: